1. Artigos, Gestão de Pessoas, Sem categoria, Tecnologia da Informação

    Recursos Humanos: Os impactos da inteligência artificial no RH

    11 de julho de 2018 por Ação Sistemas

    Inteligência artificial, robôs, tecnologias que interagem de forma natural com seres humanos, hoje em dia, estas possibilidades deixaram de ser produtos de ficção como visto no filme Blade Runner estrelado por Harrison Ford, ou até mesmo nos livros do escritor Isaac Asimov. Acredite, em breve você poderá ser entrevistado por um robô na sua próxima entrevista de emprego.

    Tido como um dos setores mais conservadores dentro das empresas, o departamento de Recursos Humanos já abre espaço para o uso de novas tecnologias, seja automatizando funções repetitivas, melhorando o controle de funções de rotina, e em casos como no Brasil, ajudando na adaptação ao famigerado eSocial, projeto que já iniciou suas fases de implementação. Mas a tecnologia tem muito mais a oferecer, provando que o setor está passando por um profundo processo de transformação.

    Evidentemente, as funções tecnológicas vão muito além do ERP básico, entre alguns exemplos estão os atendentes virtuais, que ganham enorme destaque no atual cenário. Popularizados pelo setor de atendimento ao cliente, e cada vez mais comuns no dia-a-dia de quem busca solucionar atendimentos e tirar dúvidas on-line, estes atendentes podem ser customizados com a cara da
    empresa e alimentados com informações para tirar dúvidas dos funcionários, liberando uma grande carga de trabalho dos responsáveis pelo setor e gerando maior foco em outras atividades.

    recursos humanos e inteligência artificial

    As novas tecnologias podem garanti ainda mais potencial a área de Recursos Humanos.

    Assim como dito anteriormente, você pode ser entrevistado por uma inteligência artificial em uma eventual entrevista de emprego, mas além desta função, novas ferramentas auxiliam na tomada de decisão através da base de dados, tornando as escolhas mais assertivas e economizando muitas horas de trabalho por consequência.

    Estas citadas são apenas algumas das funções que a inteligência artificial poderá auxiliar agora e nos próximos anos, mas a maior certeza que temos, é que elas já chegaram para impactar positivamente a área dos Recursos Humanos, sendo recebida de uma forma muito positiva para o aumento de produtividade.

    E sua empresa? Está preparada para a utilização de novas tecnologias no setor de Recursos Humanos?


  2. Sem categoria

    A Mensageria e o eSocial para as pequenas e médias empresas vem aí

    2 de maio de 2018 por Ação Sistemas

    Julho de 2018 marca a entrada das empresas de pequeno e médio porte no eSocial. Processo que teve sua implementação iniciada em janeiro deste ano pelas empresas privadas com faturamento superior a R$ 78 milhões e que encerra sua implementação em 2019 com os órgãos públicos.

    Apesar de parecer um processo meramente burocrático, a adaptação ao eSocial exige investimentos em treinamento, organização de dados e, principalmente, tecnologia. É seguro afirmar que uma boa parte das empresas não está 100% preparadas para o que vem por aí, baseado em dados levantados pelo SESCON/SP em dezembro de 2017, quando apenas 7% destas empresas concluíram as adaptações necessárias para a entrada do sistema em julho.

    A integração dos dados em um único banco de dados gerará benefícios a curto e longo prazo. A curto prazo para o Governo, já que poderá autuar as empresas com maior agilidade no caso de repasse de informações erradas, e a longo prazo para as empresas em si, que irão se beneficiar com a agilidade na transmissão das informações, essas informações são muito importantes para melhor entender a necessidade de uma boa tecnologia para o eSocial, principalmente no que diz respeito ao envio e checagem destes dados, a Mensageria tem um papel muito importante neste processo.

    A escolha de bons softwares pode fazer a diferença

    Como já se sabe, o eSocial não necessita do uso de uma ferramenta específica para seu funcionamento, a empresa pode optar por qualquer programa de sua preferência para realizar a gestão administrativa, contudo, a opção no investimento em boas ferramentas pode fazer a diferença. Lembrando que a capacitação de bons profissionais e a organização dos dados é tão importante quanto, por isso, as empresas devem ficar atentas.

    Aqui, separamos duas situações onde a opção por tecnologias de qualidade pode poupar tempo e relativas perdas para as organizações.

    Simulação de dados

    A checagem das informações a serem enviadas para o eSocial, antes mesmo do próprio envio é importante, já que, como dito anteriormente, o Governo terá maior agilidade para autuar empresas no caso dos repasses das informações erradas. Para isso, a simulação tem um papel importante, capaz de evitar muitas dores de cabeça tanto no atual momento quanto futuramente.

    Um simulador de dados faz mais do que a simples validação de dados, pois efetua todas as consistências descritas no Manual de Orientação do eSocial (M.O.S) e seus anexos, reproduzindo as mesmas validações que o Governo irá realizar sobre os eventos.

    Mensageria para eSocial

    A Mensageria exigirá um verdadeiro painel de controle para garantir o melhor desempenho para as empresas.

    Mensageria para o eSocial

    O envio das informações para o Governo deverá ser feito através de software de Mensageria. Como já dissemos em outro artigo, teoricamente, uma mensageria funciona como um correio, onde o remetente coloca em um envelope a mensagem, escreve na face do envelope o nome e endereço do destinatário e no verso, coloca o seu próprio nome e endereço. Uma vez postado o envelope em uma agência, o mesmo seguirá para o destinatário, que receberá o envelope e assinará o recibo de recebimento e devolverá ao mensageiro.

    Porém, a função básica de uma Mensageria pode não ser o suficiente, pois muitos podem ser os problemas enfrentados pelos gestores na execução das trocas de mensagens, como certificado digital vencido, comunicação interrompida, erro no leiaute dos lotes, entre outros. Uma solução mais completa em Mensageria, onde o responsável possa monitorar os envios se valendo de uma central de controle capaz de auxiliar completamente no processo.

    Para médias e pequenas empresas, estes itens devem dar uma maior garantia de segurança e menor risco de erros nos envios e registros, um investimento de grande compensação em um período de prazo tão curto, onde o eSocial se aproxima cada vez mais destas empresas.


  3. Sem categoria

    Recursos Humanos e a evolução da tecnologia no setor

    19 de abril de 2018 por Ação Sistemas

    Pilhas de papel nas mesas, armários, formulários intermináveis e funcionários para atuar mais como arquivistas aqui e ali. Parece a estrutura de um cartório ou repartição, mas não se engane, nós podemos estar falando do RH da sua empresa.

    É fato que uma das áreas mais conservadoras dentro das empresas, o departamento de Recursos Humanos, ainda está engatinhando no que diz respeito ao uso da tecnologia para facilitar as rotinas das organizações, enquanto o chão de fábrica usa dos mais tecnológicos robôs, o RH ainda faz uso da tecnologia apenas para manter dados muito básicos, algo que deverá ter uma nova ótica por parte dos gestores.

    A evolução do departamento de Recursos Humanos dentro das empresas, salta aos olhos nos últimos anos. Tudo isso graças a tecnologia e o próprio pessoal da área, profissionais muito mais capacitados e que entendem a importância da tecnologia como aliada do RH.

    Hoje em dia, o departamento de Recursos Humanos tem um papel muito importante dentro das empresas, o de ser uma verdadeira central de inteligência.

    E é neste cenário que a tecnologia tem papel fundamental como aliada do setor, minimizando os gastos de recursos com tarefas mecânicas, proporcionando melhorias constantes e a substituição de processos antiquados por outros mais simples e modernos.

    O novo RH pode oferecer informações em tempo real, oferecer atendimento e resoluções de forma mais dinâmica e usar os dados dos funcionários a seu favor, criando planos de carreira e programas de treinamento adequados aos seus funcionários e as funções chaves dentro da empresa, e para este auxilio, nada melhor do que seu mais poderoso aliado em potencial, a tecnologia.

    O eSocial como agente de mudanças

    Quem acompanha nossos artigos, já tem uma boa noção da quantidade de dados exigidos e gerados pelo eSocial. Não só pela padronização e organização de dados, o uso de tecnologias ainda mais sofisticadas ajuda o setor de Recursos Humanos em outra importante questão para as empresas, evitar possíveis gastos com multas advindas do envio de informações ou erros nos registros.

    O próprio envio destas informações exige um bom controle, que aponte falhas e elimine possíveis erros, neste caso, além do sistema responsável pelo eSocial, a mensageria – software responsável pelo envio e retorno dos dados ao Governo – pode ser muito mais do que um mero carteiro digital, e sim como um verdadeiro painel de controle para sua empresa.

    A tecnologia tem importância fundamental, como dissemos antes, no novo RH. Se aliada a ferramentas potentes, pode ampliar o potencial desta grande central de inteligência das empresas, e com as melhores soluções, tornar as novas obrigações muito mais fáceis, com menores riscos e ainda mais objetivas as empresas.

    Recursos Humanos e mensageria

    Exemplos de dash boards para potencializar ainda mais o setor de Recursos Humanos (projeto em desenvolvimento).

    Mais sobre o assunto:

    eSocial e Mensageira, um novo universo na vida dos escritórios de contabilidade e empresas de BPO.

    O eSocial exigirá mais que uma simples Mensageria, ele vai exigir uma verdadeira Central de Controle do eSocial.

     


  4. Sem categoria

    A reforma trabalhista está chegando. Você está preparado?

    11 de outubro de 2017 por Ação Sistemas

    Estamos em outubro, faltando menos de um mês para a reforma trabalhista entrar em vigor. Aprovada em julho deste ano, ela é definida pelo Governo Federal como uma prioridade para estimular a economia e a geração de novos empregos.

    As mudanças desta reforma impactarão diretamente os profissionais de recursos humanos, que já se veem às voltas com outro importante projeto de parte do Governo, o tão discutido e famoso eSocial.

    Este promete ser um fim de ano agitado para as empresas, principalmente para os setores de recursos humanos, pois precisarão se preocupar com uma série de atividades legais e recorrentes nas datas de fim de ano, em uma lista que inclui o eSocial (o qual muitas empresas não estão adaptadas), as contratações e treinamentos de funcionários temporários já comuns pelo período de festas e tudo isto às vésperas da reforma trabalhista.

    O que muda de fato?

    De pontos como a terceirização até regras de intervalo na jornada de trabalho, separamos alguns pontos que você pode conferir no box abaixo:

    TABELA GG

    Clique para ampliar.

    E o eSocial?

    Uma dúvida que surge com a questão da reforma é: Como fica o eSocial? O governo pode sim implementar alterações e consequentemente gerar uma nova versão (atualmente o projeto está na versão 2.3, apesar de já ter sido divulgada a 2.4).

    Como já falamos antes, o eSocial funciona como ter um fiscal 24 horas dentro da sua empresa, e ter a garantia de que está tudo ocorrendo dentro dos conformes, será fundamental nesta fase inicial de ambos os projetos. Uma certeza é que a cobrança aos fornecedores de software de RH, será maior e os mesmos devem garantir aos clientes que tudo correrá bem.


  5. Sem categoria

    AÇÃO Informática na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

    25 de julho de 2014 por Ação Sistemas
    A AÇÃO Informática empresa do Grupo Ação foi uma das fontes da matéria de capa da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, que aborda o uso de tecnologia a serviço do negócio em sua edição 306 e que está nas bancas.  Veja mais sobre a matéria no Link http://bit.ly/1nBhgbn
    Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

    Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

     


  6. Sem categoria

    eSocial: como aproveitar ao máximo os 12 meses que faltam?

    26 de junho de 2014 por Ação Sistemas

    Finalmente o comitê gestor do eSocial atendeu à demanda da sociedade e formalizou um prazo viável para que os empregadores se adaptem à essa nova realidade. Atos normativos da Receita Federal e da Caixa Econômica Federal agora estão em sintonia com as apresentações e comunicados públicos desses órgãos, permitindo a todos falar a mesma língua.

    Esse projeto do Governo Federal, iniciado em 2010, irá monitorar eletronicamente, em tempo real, a folha de pagamento e as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais relativas à contratação e utilização de mão de obra onerosa, com ou sem vínculo empregatício.

    Dentre os resultados esperados destacam-se o aumento da arrecadação espontânea; a participação do trabalhador no auxílio à fiscalização das obrigações trabalhistas e previdenciárias; a redução de fraudes na concessão de benefícios previdenciários e do seguro desemprego e a ampliação da produtividade dos órgãos fiscalizadores.

    Os impactos desse sistema serão tão grandes quanto os da instituição da Consolidação das Leis Trabalhistas, dos tempos de Getulio Vargas. Não que novas leis sejam criadas, mas com o “Big Brother” trabalhista, a tendência é que o cumprimento das já existentes seja mais efetivo. Ou seja, acordos “informais” realizados entre patrões e empregados devem ser reduzidos significativamente.

    Quanto aos prazos, ficou claro que a transmissão dos eventos do eSocial para as grandes e médias empresas – com faturamento anual superior a R$ 3,6 milhões – deverá ser feita seis meses contados do mês da disponibilização do ambiente de testes, que, por sua vez, será liberado no semestre seguinte ao da publicação do Manual de Orientação do eSocial versão 1.2 (MOS).

    Em outras palavras, empregadores ganharam, no mínimo, 12 meses para se preparar, o que permite se estabelecer um roteiro simplificado, a fim de tornar o menos traumática possível a fase de transição.

    Independentemente de prazos, o primeiro desafio de qualquer organização continua sendo o de sensibilizar seus líderes sobre a importância do tema e das mudanças necessárias para a adaptação ao paradigma do “Big Brother” trabalhista.

    Enviar e-mails, memorandos e comunicados até ajudam, mas não resolvem essa questão, pois nada substitui o “dedo de prosa”, o velho e bom “olho no olho”. Assim, se você quer mesmo mudar a cultura de sua empresa, crie grupos de estudo, promova encontros, palestras e debates com a participação de especialistas externos.

    O segundo passo é fazer um diagnóstico de conformidade. Sem ter plena ciência de como estão as coisas, não é possível saber o que deve ser mudado. Isto é, cada empresa deve se submeter aos “exames” trabalhistas, previdenciários, tributários e tecnológicos. Há ainda a análise da situação dos programas de medicina e segurança no trabalho.

    Com os resultados dos diagnósticos em mãos, o terceiro desafio é dar prioridade para cada “não conformidade” em função de riscos, impactos, custos e prazos. Há quatro possíveis estratégias básicas a adotar frente a tais ocorrências : aceitar, eliminar, reduzir ou transferir o risco.

    Um exemplo bem fácil de entender é a decisão sobre férias fracionadas em períodos acima do legalmente permitido. Algumas empresas podem aceitar esse risco, tendo consciência de seus impactos. Outras, por sua vez, tendem a reduzi-lo a uma quantidade mínima de profissionais. Mas não se esqueça de que essa decisão deve ser tomada sempre pelo corpo diretivo de cada empresa.

    Por fim, definido o que precisa ser feito e também qual a estratégia de atuação a seguir, a próxima etapa será estabelecer um plano de ação contendo uma lista de atividades a serem executadas, bem como os seus respectivos responsáveis, prazos e custos.

    Há ainda algumas ações comuns à maioria das empresas, como “revogar” os acordos informais; definir responsáveis pelas informações dos eventos do eSocial; estabelecer processos de obtenção dos dados desses eventos; implantar uma tecnologia eficaz para integrar a comunicação entre empresas e escritório contábil; atualizar cadastro dos trabalhadores, rubricas da folha de pagamentos e programas de medicina e segurança do trabalho; formalizar planos de cargos e salários; atualizar e revisar contratos com prestadores de serviços; definir procedimentos de segurança da informação; estabelecer rotinas de contingência tecnológica.

    Um ponto crítico é comum à maior parte das pequenas empresas. Como elas têm o processamento das informações tributárias e trabalhistas operado por escritórios contábeis, terão que implantar processos mais eficientes de troca de informações entre elas e seus contadores. Evidentemente isso passa pela mudança de procedimentos e a informatização de toda essa comunicação.

    Mesmo para aqueles que têm a folha de pagamentos processada internamente, o fluxo de informações entre os departamentos deverá passar por uma revisão, e claro, por sua automatização. Sem isso, o risco de dados incompletos ou errados na hora da transmissão dos eventos trabalhistas será muito alto.

    Enfim, até dá para adaptar sua empresa às demandas do eSocial com o ano extra que se tem pela frente. Mas lembre-se, é fundamental começar hoje mesmo.

    Fonte: Administradores

    Link da página de destino: http://bit.ly/1iJgTLNimplantação eSocial


  7. Sem categoria

    O eSocial vai reduzir informalidade no mercado de trabalho

    30 de maio de 2014 por Ação Sistemas

    Segundo especialista a obrigação fiscal irá inibir formas de contratação ilegais como “pessoa jurídica” (PJ) ou CLT Flex

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    O eSocial deverá reduzir a concorrência desleal entre as empresas, uma vez que irá inibir formas de contratação ilegais como “pessoa jurídica” (PJ) ou CLT Flex. É o que afirma o gerente sênior executivo de legislação trabalhista e previdência social da EY do Brasil, Marcelo Godinho.

    “Com a entrada em vigor do eSocial, que até 2015 deve englobar todas as empresas brasileiras, aquelas companhias que atuam com elevado grau de informalidade e, por conta disso, conseguem oferecer preços muito inferiores tanto de produtos quanto de serviços, precisarão se adequar às novas regras e as discrepâncias tendem a desaparecer”, explica.

    Segundo Godinho, o eSocial não cria nenhuma obrigação adicional para as empresas, mas vai concentrar em um único lugar informações antes dispersas como a GFIP (Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social), o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), a GPS (Guia da Previdência Social) e a DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte).

    “Além disso, o governo passará a ter visibilidade total sobre a jornada de trabalho dos empregados, seus salários, férias, afastamentos e licenças, o que vai permitir uma fiscalização online das empresas sem precedentes na história do País. Essa nova realidade vai promover uma maior formalização do trabalho”, afirma Godinho.

    Outro efeito que a adoção do eSocial traz é o aumento da arrecadação pelo Governo – o que alguns analistas estimam ser cerca de 20 bilhões de reais a mais por ano, de acordo com Godinho.

    Para o consultor da EY, as empresas que persistirem com práticas de contratação como a PJ ou CLT Flex estarão assumindo um risco elevado de autuação, uma vez que os órgãos de fiscalização do trabalho, da previdência e de tributos conseguirão visualizar facilmente os desvios.

    Fonte: CIO
    Link da materia original > http://bit.ly/TZJRfC

  8. Sem categoria

    Universal RH na Revista A+INFO

    23 de maio de 2014 por Ação Sistemas

     

     

     

     

    O UNIVERSALRH sistema de recursos humanos desenvolvido para a otimização de todos os processos que envolvem a gestão de pessoas.

    É destaque na 5ª edição da Revista A+INFO do Grupo Ação.

    Leia a revista online aqui: http://bit.ly/1klOM3H

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  9. Artigos, Gestão de Pessoas, Sem categoria, Tecnologia da Informação

    Sistema de RH e o módulo de Cargos e Salários

    7 de março de 2014 por Ação Sistemas

    Um sistema de rh completo, capaz de atender todos os processos que envolvem a gestão de pessoas, é composto por módulos específicos para maximizar os resultados das principais tarefas relacionadas à Administração de Pessoal, Avaliação por Competências, Cargos e Salários, Controle de Benefícios, Convênios, Controle de Frequência, Medicina do Trabalho, Controle de Custos, Segurança do Trabalho, Processos Trabalhistas, Folha de Pagamento, Segurança do Trabalho, Recrutamento e Seleção e Treinamento. Além disso, uma característica importante de um sistema eficiente é a possibilidade de parametrização, o que faz com que atenda as particularidades de todo o tipo de organização.

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    As organizações que fazem uso de todos os recursos de um software de rh têm maiores chances de conquistar resultados positivos e mais expressivos principalmente no aumento da qualidade de vida dos seus funcionários, na redução de custos, no aumento da produtividade e ainda podem tomar decisões com mais segurança e efetividade.

    O módulo de Cargos e Salários é uma ferramenta que ajuda os gestores de recursos humanos, bem como a organização, no desenvolvimento do negócio. Com este sistema de gerenciamento de cargos e salários é possível dimensionar, qualitativa e quantitativamente, os recursos humanos, delimitar atribuições, deveres e responsabilidades inerentes a cada cargo, definir especificações, estabelecer estrutura salarial, proporcionar oportunidades de remuneração capazes de estimular continuadamente seus colaboradores, elevando assim a produtividade da organização, questões importantes que refletem diretamente na folha de pagamento.

    Através deste módulo do sistema os responsáveis pelo rh podem ter controle  total da gestão  de cargos e funções, definindo habilidades, requisitos, perfil e atividades para cada cargo; controle total  sobre a gestão de salários, através de tabelas e níveis, conceito de região, utilizando valores ou pontos; gestão de quadro de lotação, quantitativo com definição do quadro básico de lotação, com posicionamento real e teórico e qualitativo, com controle orçamentário do quadro de lotação, unidades organizacionais e estrutura organizacional.

    O UNIVERSALRH é um sistema de rh completo e robusto que oferece todos os módulos necessários para otimização de todos os processos que fazem parte da gestão de pessoas. Entre suas principais características está a flexibilidade, estabilidade e segurança, comprovadamente. Para conhecer as funcionalidades de todos os módulos do sistema UNIVERSALRH basta acessar o site da Ação Sistemas.

     


  10. Notícias, Sem categoria

    Tecnologia: Google lança concurso de R$ 4 milhões para ONGs brasileiras

    13 de fevereiro de 2014 por Ação Sistemas

    O Google lançou, nesta segunda-feira (10), o concurso Desafio de Impacto Social Brasil, que premiará com R$ 1 milhão quatro projetos de organizações brasileiras sem fins lucrativos e não governamentais que atuem na área de empreendedorismo social.

    “Nosso compromisso é com projetos que gerem impacto social. É a combinação do terceiro setor com a criatividade e a capacidade de empreender com tecnologia para o bem”, explica o diretor-geral do Google Brasil, Fábio Coelho.

    O Brasil foi o terceiro país no mundo a receber o projeto do buscador, depois da Inglaterra e Índia, que teve recorde de inscrições e votação: foram mil participantes e mais de um milhão de votos. A expectativa do Google é que o Brasil bata o recorde indiano. “Queremos mostrar o poder das ONGs brasileiras e da tecnologia para melhorar a sociedade civil”, diz Coelho.

    Foto: Divulgação / Google

    Foto: Divulgação / Google

    O projeto inscrito pela ONG pode ser uma ideia inédita ou já existente, contando que use tecnologia de qualquer tipo, da mais simples à mais sofisticada, para combater problemas sociais de todas as áreas. Na Índia, por exemplo, um dos vencedores foi o Social Awareness Newer Alternatives (Sana) que utiliza a tecnologia para purificar a água de vilarejos rurais, tornando-a potável. Já na Inglaterra, uma ideia vencedora foi a Solar Aid que leva energia solar à comunidades sem acesso à energia elétrica na África.

    “Acreditamos que a tecnologia pode mudar o mundo. Buscamos ONGs que queiram solucionar problemas sociais por meio da tecnologia, com ideia inovadora, de impacto e que as organizações possam operar futuramente”, conta a gerente de marketing Flávia Simon.

    O Google recrutará mais de 600 funcionários da empresa para o projeto, que selecionarão dez finalistas para se apresentarem ao time de juízes composto pela diretora do Google.org Jacqueline Fuller, o apresentador Luciano Huck, a empreendedora social Viviane Senna, o empresário Josué Gomes e o músico e ativista MV Bill.

    Os jurados escolherão três projetos vencedores e o quarto campeão será eleito por votação popular. Cada um deles receberá o Global Impact Award (Prêmio de Impacto Social Global) no valor de R$ 1 milhão. Além do prêmio, que a ONG terá até três anos para aplicar, a organização terá seu nome vinculado ao Google, que acompanhará o processo de realização do projeto.

    “Não temos que direcionar a responsabilidade de dirigir o país só ao governo”, afirma a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna. “No Brasil, temos a noção de que tudo que é público é do governo, mas a questão social é pública, é de todos nós: governo, empresários e sociedade”, diz.

    Segundo Coelho, um dos motivos de o Brasil ter sido escolhido é por ser um dos grandes mercados do Google em utilização de serviço. “Existem países que observamos dentro do Google: Brasil, Rússia, Indonésia, Índia e México. Eles têm um crescimento muito rápido, não só de negócio mas da oportunidade da transformação digital”, conta.

    Para participar, a organização sem fins lucrativos e não governamental deve estar legalmente constituída e não apoiar iniciativas de caráter discriminatório, além de ter um projeto ou ideia que envolva tecnologia para fins sociais, mesmo não sendo tecnologias do Google.

    As inscrições começam hoje e vão até o dia 13 de março pelo site e no dia 29 do mesmo mês serão anunciados os dez finalistas. Os grandes vencedores serão conhecidos no dia 8 de maio.

    Fonte: Folha de São Paulo


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