1. Notícias

    MIGRAÇÃO PARA O CONECTIVIDADE SOCIAL ICP – EMPREGADORES TEM ATÉ 30 DE JUNHO/12

    16 de maio de 2012 por Ação Sistemas

    Fonte: Conectividade Social ICP – 11/05/2012 – Adaptado pelo Guia Trabalhista

    As empresas Brasileiras devem migrar para a nova versão do canal até 30 de junho. Essa evolução vem para substituir o antigo programa CNS e o acesso “Conexão Segura”, agilizando e facilitando a comunicação com o Portal.

    Instituído em dezembro do ano passado por meio da Circular CAIXA 566/2011, o novo prazo de migração para o Conectividade Social ICP deu aos empregadores brasileiros mais seis meses de adaptação ao portal. Isso beneficiou um grande número de usuários que ainda utilizavam o sistema antigo. Dia 30 de junho, esse prazo chega ao fim. Faltando menos de dois meses para a migração total, quase um milhão e meio de empresas já estão aproveitando essa modernização que iniciou suas operações em maio de 2011.

    O encerramento do prazo em 30 de junho marca a desativação do antigo programa CNS e do acesso “Conexão Segura”. A partir daí, toda a comunicação com o FGTS e com a Previdência Social será pelo novo canal (conectividade.caixa.gov.br), mediante o uso de Certificado Digital no padrão ICP-Brasil, exceto para os entes alcançados pela Resolução CGSN 94/2011.

    A Resolução CGSN 94/2011, que, dentre outros dispositivos, estabelece a não obrigatoriedade no uso do Certificado Digital ICP para as operações relativas ao recolhimento do FGTS, ao MEI, ME ou EPP, com até 10 empregados, OPTANTE pelo Simples Nacional, a CAIXA avaliou alternativas para atender às necessidades específicas dessas empresas e empregadores.

    Além da Certificação Digital no Padrão ICP-Brasil, utilizada para acesso ao canal Conectividade Social ICP, desenvolvido em plataforma web única, que não requer instalação ou atualização de versões e apresenta, em melhor grau, garantia de não repúdio, integridade, autenticidade, validade jurídica e comodidade fica disponibilizada, somente para o MEI, ME e EPP, com até 10 empregados, OPTANTE pelo Simples, a emissão e utilização de Certificados Digitais no padrão proprietário CAIXA – AR, que confere o acesso ao Conectividade Social AR.

    Para maiores orientações quanto à respectiva emissão, entrar em contato com qualquer agência da CAIXA.

    As empresas e os contadores que já possuem a certificação não precisam obter um novo documento, pois essa tecnologia é universal e pode ser utilizada em inúmeros sites e aplicações. Para quem ainda não se adaptou à mudança, a orientação da CAIXA e do site Conectividade ICP é providenciar o quanto antes a certificação e se habituar ao uso do novo portal.

    Isso evita problemas e dores de cabeça, beneficiando o titular com o uso do documento e com as facilidades da nova versão do canal.

     


  2. Notícias

    TST admite supressão de plano de saúde para trabalhador afastado

    29 de março de 2012 por Ação Sistemas

    Em importante decisão, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu de      maneira unânime que acordo coletivo pode prever a suspensão de plano de saúde   quando o funcionário está afastado do serviço recebendo auxílio-doença.

    A referida decisão reformou o entendimento assumido pelo Tribunal Regional do  Trabalho da 5ª Região (Bahia), de acordo com o qual a norma coletiva que previa a  supressão do plano de saúde era inválida, pois o beneficio integra o contrato de  trabalho e não pode ser eliminado pelo empregador, principalmente no momento  em que o trabalhador está doente e mais necessita de assistência médica.

    Entretanto, o entendimento do TST foi no sentido de que devem ser reconhecidas as  convenções e acordos coletivos, conforme expressamente prevê o artigo 7º, inciso XXVI, da Constituição Federal. Ainda, afirmou, que não existe lei que obrigue o empregador a instituir ou manter plano de saúde para os trabalhadores. Assim, a estipulação ou a suspensão do benefício, pela negociação coletiva, deve ser respeitada.

    Fonte: Xavier Advogados

     


  3. Notícias

    Migração de plataforma Oracle para DB2

    27 de março de 2012 por Ação Sistemas

    Nos dias 12 e 13 de março de 2012, a Ação Sistemas recebeu a visita da IBM, representada pelos senhores Olaf Mueller (IBM Canadá), responsável pelo grupo desenvolvimento mundial de ferramentas de migração de banco Oracle para DB2, e Jean Cristie Pacanaro (IBM Brasil), consultor sênior para projetos de migração Oracle para DB2 no Brasil. O encontro teve como pauta o projeto de migração da plataforma Oracle para DB2, uma iniciativa da IBM em escala mundial.

    Durante os dois dias de trabalho, foram avaliadas as características de desenvolvimento, adotadas pela Ação Sistemas, relacionadas com os programas armazenados em banco de dados (gatilhos de banco e pacotes de programas), bem como o modelo de dados do UNIVERSALRH. Por conta do padrão de desenvolvimento adotado pela Ação Sistemas, aliado ao controle de qualidade do processo de desenvolvimento de software exigido pela certificação CMMi Nível 3, o  UNIVERSALRH obteve um percentual de compatibilidade de 99,3% com o DB2, conforme apontado pelo relatório de avaliação da própria IBM. Entretanto, a IBM e a Ação Sistemas estão trabalhando sobre os 0,7% de artefatos que não têm portabilidade direta para DB2.

    Nesse sentido, o grupo de migração da IBM está apoiando a equipe técnica da Ação Sistemas a encontrar soluções que sejam compatíveis não só com os dois bancos de dados, mas, principalmente, com o processo de desenvolvimento criado e controlado pelo Modelo de Qualidade Ação (MQA).

    O objetivo dessa força tarefa é permitir que o UNIVERSALRH  também possa ser implantando em empresas que têm o banco de dados DB2 como pilar de armazenamento de dados corporativo.

    Jean Cristie Pacanaro (IBM Brasil) , Anderson Bestteti (Ação Sistemas), Olaf Mueller (IBM Canadá) e Samir Issa (Ação Informática).

     


  4. Notícias

    INSS vem multando empresas que não seguem as formalidades legais

    26 de março de 2012 por Ação Sistemas

    Os fiscais da Previdência encontraram um novo filão para aumentar a arrecadação do Instituto: tributar os pagamentos de participações dos trabalhadores nos resultados das empresas, mesmos que estas sigam as normas da Lei 10.101/2000.

    A rigidez dos fiscais tem muito da pressão das metas de arrecadação, mas também contém componentes de intimidação sobre as empresas, especialmente quando pequenos detalhes não são observados.

    Um dos detalhes que vem pesando é o de participação em valores fixos, sem metas determinadas. Ora, o propósito da Lei 10.101 é este: estimular a participação, sem que esta seja “automática”. Em resumo: os trabalhadores fazem jus ao resultado? Por quê?

    Como meta, podemos citar: faturamento, qualidade, número de erros, redução de custos, etc. – valores objetivos. Se os trabalhadores atingem tal meta, fazem-se (pelo acordo) merecedores da participação.

    Se o acordo não fixa critérios objetivos, então se pressupõe que a participação decorre de metas já atingidas. Mas não é assim que os fiscais analisam: está fora do espírito da lei, é salário, e deve ser tributado!

    Obviamente que esta minúcia não descaracteriza a participação – a falta de fixação de metas não quer dizer que elas não existam, mas apenas que não foram definidas, expressamente, no acordo, seja porque tais metas já foram atingidas ou porque houve um conjunto de fatores que permitiram a negociação dos resultados, pressuposto básico do acordo.

    Aí que reside o maior problema: participações “automáticas”, decorrentes de acordos entre Sindicatos laborais e patronais. O ideal é que cada empresa componha seu acordo, com a participação do Sindicato laboral. A falta de acordo específico, na forma do artigo 2º da Lei 10.101/2000, põe em dúvida, de fato, se tal participação é mero ajuste de remuneração ou se decorre de compromisso recíproco entre as partes.

    Em resumo:

    1. Observado a Lei 10.101/2000, especificamente quanto à existência de acordo (escrito) entre empresa e seus funcionários, não se pode tratar a verba paga como salário, ainda que não sejam fixadas metas objetivas.
    2. Ausente o acordo específico, pressupõe-se que a distribuição é remuneração, sujeita aos encargos sociais e reflexos trabalhistas (INSS, SAT, FGTS, 13º salário, férias, etc).

    Por: Júlio César Zanluca (Guia Trabalhista)

     

     

     


  5. Artigos, Gestão de Pessoas, Notícias

    Quando descontar contribuição sindical dos empregados afastados e aposentados

    22 de março de 2012 por Ação Sistemas

    A Contribuição Sindical dos empregados, devida e obrigatória, será descontada em folha de pagamento de uma só vez no mês de março de cada ano e corresponderá à remuneração de um dia de trabalho.

    O artigo 149 da Constituição Federal prevê a contribuição sindical, concomitantemente com os artigos 578 e 579 da CLT, os quais prevêem tal contribuição a todos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais.

    Nos termos do art. 582, § 1º, letras “a” e “b” da CLT, considera-se um dia de trabalho o equivalente a:

    • Uma jornada normal de trabalho se o pagamento ao empregado for feito por unidade de tempo (hora, dia, semana, quinzena ou mês);
    • 1/30 (um trinta avos) da quantia percebida no mês anterior, se a remuneração for paga por tarefa, empreitada ou comissão.

    O desconto da contribuição sindical corresponde a um dia normal de trabalho, ou seja, vai ser composta da remuneração que corresponda à jornada diária normal do empregado.

    Quando descontar a contribuição sindical nas situações abaixo:

    Clique para ampliar e ler as informações

    A empresa deverá anotar na ficha ou na folha do livro de Registro de Empregados, bem como na CTPS as informações relativas à Contribuição Sindical paga.

    Autor: Sergio Lysakowski


  6. Notícias

    IBM Premia AÇÃO Informática como Melhor Distribuidor de Valor Agregado do Brasil

    por Ação Sistemas

    A AÇÃO Informática, uma empresa do Grupo AÇÃO – foi premiada pela IBM como Melhor Distribuidor de Valor Agregado em 2011. A premiação ocorreu durante o evento ALL Hands Meeting Brasil 2012, encontro anual do fabricante com seus principais parceiros de negócios, realizado dia 06 de março, em São Paulo.

    O evento reuniu todos os distribuidores, revendas e os principais executivos da IBM, como Marcelo Zuccas, VP da America Latina de Canais e João Felipe Nunes, Diretor de Canais Brasil.

    AÇÃO Informática foi premiada pela segunda vez, destacando-se por desenvolver oportunidades de negócios com amplo portfólio de produtos IBM (SW, HW e serviços), por sua proposta de valor na realização de projetos diferenciados, por ser o único com uma equipe de vendas qualificada e bem distribuída geograficamente, e por possuir uma estrutura de negócios especializada em Governo para oferecer suporte aos canais.

    “Este novo prêmio confirma a nossa excelência em vendas de valor agregado. Continuamos a atingir nossas metas, ano após ano, que é manter o crescimento e o avanço com os planos da IBM para posicionamento de seus produtos como soluções para mercados especializados, além da estratégia de expansão geográfica. Também reconhecemos o grande desempenho de nossos parceiros de negócios pela crescente diferenciação e sucesso no mercado.”, diz Marcelo Issa, Diretor de Canais e Marketing da AÇÃO Informática.

    Com 20 anos de parceria IBM, a AÇÃO já possui um vasto histórico de premiações. Entre os reconhecimentos, destaca-se o de Melhor Distribuidor Brasil, recebido em 2005, 2006 e 2008. Em 1992 e 1996, foi homenageada como Melhor Distribuidor América Latina. A AÇÃO também foi reconhecida em 1998 e 1999 como Winback – Leadership in competitiveness Distributor preferred UNIX.

    Sobre a AÇÃO Informática

    A AÇÃO Informática, integrante do Grupo ação, fundada em 1987, é uma das principais distribuidoras de valor agregado no país, representante de marcas líderes em tecnologia como IBM, Oracle, EMC, HP, VMware, Red Hat, Novell e RSA.

    Seguindo o modelo de distribuidora de valor agregado (VAD), a AÇÃO atende às necessidades de toda a cadeia de distribuição, proporcionando segurança para a concretização de novos negócios e viabilidade para a entrega de produtos de todos os seus fornecedores no território nacional.

    O Grupo AÇÃO também conta com operações na América Latina, onde atua por meio da subsidiária AKTIO, distribuidora adquirida em 2008, com escritórios na Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador e Chile.

    Fonte: Grupo Ação


  7. Notícias

    Trabalho interativo contribui com a inovação

    16 de março de 2012 por Ação Sistemas

    Colaboração entre profissionais é campo fértil para o surgimento de soluções inovadoras

     
    São, geralmente, as interações informais e não planejadas entre diferentes departamentos e pessoas que propiciam o campo mais fértil para o surgimento das mais inovadoras soluções no ambiente corporativo. Essa é uma das conclusões de uma pesquisa conduzida por Rob Cross, professor de administração da McIntire School of Commerce, ligada à University of Virginia e Peter Gray, professor da McIntire School.

    Divulgada na revista MIT Sloan Management Review e reproduzida recentemente pela HSM Management, a pesquisa reuniu 1,4 mil diretores de TI e revelou também que as principais prioridades das organizações são melhorar os fluxos dos processos de negócios, reduzir custos e aumentar a eficiência da força de trabalho.

    Uma das respostas mais sofisticadas para essas demandas é o estabelecimento de redes de colaboração internas, que são capazes de propiciar um desempenho geral mais otimizado a toda a organização. E isso por meio de quatro formas:

    1) Ganhar escala pela colaboração global e eficiente;

    2) Impulsionar o envolvimento e o desempenho da força de trabalho;

    3) Alinhar o trabalho colaborativo com parceiros e stakeholders externos;

    4) Minimizar as ineficiências da rede e os custos do trabalho colaborativo.

    A afirmação foi comprovada por outra pesquisa, realizada pelos pesquisadores José Roberto Tálamo, do Departamento de Engenharia de Gestão, da UFABC (Universidade Federal do ABC), e Marly Monteiro de Carvalho, do Departamento de Engenharia da Produção, da Poli-USP (Universidade Politécnica da Universidade de São Paulo).

    Em “Redes de cooperação com foco em inovação: um estudo exploratório”, os pesquisadores afirmam que “os resultados obtidos demonstraram que a estruturação na forma de redes de cooperação traz resultados efetivos às empresas integrantes, dotando-as de competitividade e flexibilidade frente aos desafios de mercado. Porém, exige amadurecimento tanto da rede de cooperação quanto dos próprios empresários que a integram, a fim de superarem suas próprias dificuldades culturais, evitando barreiras ao aprendizado e ao perfil sinérgico”.

    O fator motivador à formação das redes é a possibilidade de expansão dos negócios associado ao potencial de compartilhamento de atividades. O sucesso das redes de colaboração interna dependem da gestão do risco do comportamento oportunista. Ou seja, de elementos da rede atuarem em benefício próprio e não visando a evolução do grupo – e da empresa.

    Também perdem sentido, segundo os pesquisadores, as estruturas tradicionais de hierarquia, subordinação e relação: “O fator confiança deve ser tratado como um custo operacional e incorporado aos instrumentos legais estabelecidos pelo grupo”, afirmam os pesquisadores brasileiros.

    Nesse contexto, fica a cargo dos integrantes da rede a adoção de instrumentos de gestão e controle adequados, evitando sempre a formalização excessiva. Ou seja, que impeça a evolução da rede ou o bloqueio de seu fluxo de informação. A finalidade é sempre preservar o caráter sinérgico e o aprendizado criativo.

    Exemplo de sucesso é o case da *Monsanto, que no ano 2000 viu uma equipe mundial de funcionários implementar um sistema de transações globais. Bem sucedido e produtivo, o grupo chamou a atenção da alta gestão da empresa. Resultado: a Monsanto empenhou esforços em nível mundial para abranger, numa grande rede de colaboração, todos os seus 1,2 mil profissionais de TI espalhados pelo mundo.

    Fonte: HSM.com.br

     


  8. Notícias

    MWM apresenta um novo canal de comunicação com o mercado

    1 de março de 2012 por Ação Sistemas

    A MWM International Motores, líder na produção de motores diesel no Mercosul, acaba de lançar seu novo website.  O canal é dedicado a todos que acompanham as novidades da empresa, permite interatividade avançada e apresenta informações completas sobre os produtos e serviços.

    A Ação Sistemas parabeniza a MWM por mais este avanço e convida você a visitar www.mwm-international.com.br

     



  9. Notícias

    Expectativas de crescimento da economia em 2012

    24 de fevereiro de 2012 por Ação Sistemas

    CENÁRIO OTIMISTA – As expectativas de crescimento da economia, com Copa do Mundo, Olimpíada e investimentos no pré-sal estão entre os motivos das boas perspectivas para 2012

    O cenário macroeconômico para 2012 no Brasil é positivo. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Robert Half com 155 empresários e executivos de 128 empresas dos setores automotivo, bancário, de bens de capital, construção civil, petróleo e gás, telecomunicações e seguros. Entre os principais resultados, mais de 90% dos entrevistados afirmam que, este ano, vão investir mais ou o mesmo valor que em 2011. E quase 90% acreditam que suas empresas terão desempenho maior ao longo de 2012. “Expansão do crédito, perspectiva de queda nos juros e continuidade da inserção dos consumidores das classes C no mercado consumidor também explicam o entusiasmo dos empresários e executivos”, analisa o diretor de Operações da Robert Half, Fernando Mantovani.

    O grupo, formado por representantes de empresas que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano, também irá contratar mais ou igual a 2011 (80% dos entrevistados). Para 72% dos empresários e executivos, os investimentos em tecnologia são fundamentais para sustentar o crescimento. A escassez de mão de obra qualificada e carga tributária elevada do País são as principais dificuldades apontadas, para a maior parte dos consultados, na condução de suas empresas e negócios. O pessimismo fica por conta da crise internacional, preocupação manifestada por mais de 50% dos participantes da pesquisa. 

    Razões de otimismo
    46,9%
    Crescimento da economia brasileira
    15,6% Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas 2016
    8,6% Solução para a crise internacional
    9,4% Pré-sal
    19,5% Outro

    O que deixa pessimista
    53,1%
    Crise internacional
    18,8% Desaceleração da economia brasileira
    5,5% Alta de preços das commodities
    14,8% Problemas de infraestrutura
    3,1% Crise política brasileira
    4,7% Outro

     

    Fonte: Revista Melhor Gestão de Pessoas

     

     


  10. Notícias

    Treinamento

    1 de fevereiro de 2012 por Ação Sistemas
    De 17 a 19 de janeiro, o gerente de treinamento da  Ação Sistemas, Luiz Umberto Pasini, realizou treinamento para capacitação no módulo TREINAMENTO do Sistema UNIVERSALRH, para colaboradores do Sistema FIERGS. Participaram desta etapa Márcia Casanova Haute, Assistente Administrativo II e André Luis Wolschick, Técnico Administrativo.

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