1. Artigos

    10 Motivos para sua empresa adotar a solução In-a-Box

    16 de setembro de 2015 por Ação Sistemas

    Lançada durante o Oracle Open World 2015, a solução IFS e UNIVERSALRH In-a-Box tem muitos motivos para se encaixar perfeitamente na estratégia da sua empresa.  Aqui, você confere 10 motivos para sua empresa adotar a solução. Confira:

    10 MOTIVOS


  2. Artigos

    AÇÃO SISTEMAS, IFS e AGENS marcam presença no Oracle Open World Latin America 2015

    29 de junho de 2015 por Ação Sistemas

    IMG_3415Realizado nos dias 23 a 25 de junho, no Transamérica Expo Center – São Paulo e contando com mais de 40 expositores, o Oracle Open World trouxe o que há de mais novo em soluções de tecnologia da informação e inovação para os negócios.

    Neste ano, a Ação Sistemas marcou presença junto ao Grupo AÇÃO, lançando no evento seu mais novo produto, o IFS & UNIVERSAL RH IN A BOX, parceria comercial entre Ação Sistemas e IFS. A solução integra o poderoso ERP da empresa sueca, junto ao completo software de gestão de pessoas UNIVERSAL RH, da empresa brasileira.

    Além disso, os visitantes puderam conferir, no estande da AÇÃO, o e-SOCIAL +FÁCIL,  produto que visa tornar mais simples e rápida a tarefa de validação e atualização das  informações cadastrais dos colaboradores, através de formulários que aceleram a entrada de  dados e podem ser utilizados de forma distribuída. O produto da AGENS abrange, ainda,  formulários e processos para os eventos não periódicos, que são disponibilizados através de  um portal e permitem que as ocorrências trabalhistas sejam informadas, validadas e  aprovadas por workflow a tempo de serem enviadas para o eSocial dentro dos prazos  previstos na Lei. Completam a solução os serviços de Consultoria Trabalhista e de Processos,  que fazem com que a adaptação à nova exigência legal seja extremamente +FÁCIL, sem  complicações ou entraves.

    “Sabemos que eventos deste porte na área de TI são extraordinários para revermos amigos e parceiros, trocarmos experiências e criarmos relacionamento. No Oracle Open World Latin America deste ano, conseguimos ir bem além disto, ao lançarmos dois produtos inéditos no estande do Grupo AÇÃO; o primeiro IFS & UNIVERSAL RH IN A BOX, foi sucesso total e considerado como o produto mais diferenciado, tanto pelas revendas, como pelos fabricantes; já o segundo lançamento, o e-SOCiAL + FÁCIL, causou forte impacto nos dirigentes e gestores, pelo tamanho e extensão das exigências legais e mais ainda pela solução que apresentamos para resolver estas exigências.”, comenta Ricardo Leite, Diretor Comercial e Marketing da AÇÃO Sistemas.

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    Agradecemos à todos os amigos, parceiros e clientes que nos deram o prazer de recebê-los em nosso estande, durante a semana passada.


  3. Artigos

    O home office é mesmo o vilão da produtividade?

    11 de março de 2015 por Ação Sistemas

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    Distrações e armadilhas não faltam para quem trabalha de casa. Pelo menos isso é o que está no imaginário de muitos profissionais – sobretudo dos chefes.

    Mas será que produtividade de fato não combina com o ambiente doméstico?

    Na contramão dos lugares-comuns sobre o home office, um novo estudo “Global Evolving Worforce”, da Dell e da Intel, mostrou que 54% dos brasileiros sentem que o trabalho remoto rende mais. Os que discordam dessa afirmação são apenas 14%.

    A mesma pesquisa, cuja versão global ouviu 5 mil profissionais em 12 países, também mostra que os brasileiros associam home office à qualidade de vida: 49% sentem menos estresse e 33% dormem mais quando não precisam ir ao escritório.

    Para Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, o bem estar trazido pelo trabalho remoto é justamente o que explica o aumento da produtividade. “O principal benefício é não precisar enfrentar o trânsito, que está cada vez pior em cidades de todos os tamanhos”, diz ela.

    Cleo Carneiro, diretor da Sobratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades), afirma que o ambiente doméstico pode trazer mais calma e tranquilidade do que o escritório.

    “É preciso que as outras pessoas da casa façam silêncio e lembrem que você está trabalhando”, afirma ele. “Se isso for respeitado, funciona muito bem”.

    Outro modelo mental

    A associação entre home office e produtividade, no entanto, passa ao largo da percepção dos empregadores. No Brasil, somente 36% das empresas adotam a modalidade, segundo um recente estudo da SAP.

    “Na maioria dos casos, isso é visto como recompensa para o funcionário, uma ‘concessão’ do chefe”, diz Kullock. Na prática, são poucas as empresas que veem o home office como meio para reduzir custos e aumentar a produtividade da equipe.

    Hoje, a regra é associar eficiência com presença física no escritório – e isso não é exclusividade de empresas tradicionais ou retrógradas.

    Em 2012, Marissa Mayer, engenheira do Vale do Silício que fez carreira no Google, fez barulho ao anunciar que estava proibido o home office no Yahoo!, empresa da qual é CEO. “Velocidade e qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha de casa” , disse ela na ocasião.

    Das “quadradas” às moderninhas, a maioria das empresas ainda sofre com a falta de experiência com a modalidade.

    “É preciso criar um outro  modelo mental, começar do zero, é como se dissessem para jogarmos fora todos os livros de gestão”, afirma Kullock. “Realmente é muito mais difícil gerir e motivar pessoas à distância do que presencialmente”.

     

    Uma geração isolada?

    Apesar das dificuldades, a alternativa parece ter futuro. Segundo um estudo geracional global da PwC, de 2013, 64% da geração Y trabalharia de casa, se tivesse a opção.

    Kullock diz que a adesão ao home office tende a aumentar, por três motivos: o trânsito dramático nas cidades, a pressão por redução de custos nas empresas e o desenvolvimento de tecnologias de comunicação cada vez mais avançadas.

    Isso não quer dizer, contudo, que o futuro do trabalho será o isolamento absoluto. “A presença física é e deverá continuar sendo importante”, diz a especialista. Não por acaso, o modelo de home office que mais ganha espaço é o parcial, isto é, que divide o expediente entre a casa e o escritório.

    Os números do estudo “Global Evolving Worforce” corroboram essa tendência: entre os brasileiros que têm permissão para trabalhar remotamente, 70% passam 75% do tempo na empresa.

    Segundo Carneiro, a convivência com colegas e chefes, ainda que eventual, é indispensável. “Nada substitui o contato humano, o olho no olho”, afirma ele. “Sem isso, você perde muito da sua criatividade e capacidade de trabalhar em equipe”.

    Publicado originalmente em http://exame.abril.com.br/

    Fonte da imagem: freepik.com


  4. Artigos

    7 Dicas para ter uma memória melhor

    4 de março de 2015 por Ação Sistemas

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    Com a abundância de informações do dia a dia, fica cada vez mais difícil se lembrar do que é realmente importante. Foi pensando nisso que a empreendedora Stephanie Vozza listou, para o site da revista “Fast Company” sete dicas de como refrescar a memória quando necessário.

    1. Tenha uma boa postura
    Segundo pesquisadores da Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos, sentar-se com uma postura, inclinando o queixo para a frente faz com que o fluxo de sangue e oxigênio recebido pelo cérebro chegue a 40%. Isso facilita o acesso às memórias.

    2. Feche os olhos
    Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Surrey, na Inglaterra, aponta que testemunhas conseguem se lembrar melhor dos crimes que presenciaram quando fecham os olhos. “Fechar os olhos é a melhor forma de tentar visualizar os detalhes do que queremos lembrar. Isso funciona tanto para imagens quanto para sons”, afirmou Robert Nash, um dos pesquisadores da equipe da Universidade, em entrevista à BBC.

    3. Permaneça no mesmo lugar
    O ato de se esquecer do que ia pegar quando chega na cozinha tem uma explicação científica: um estudo da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, afirma que mudar de ambiente pode fazer com que uma pessoa se esqueça. Isso porque o cérebro faz uma relação entre um local e as memórias.

    4. Use uma fonte diferente
    Ler um material em uma fonte tipográfica diferente da que você usa normalmente pode fazer com que você se lembre melhor do conteúdo dele. Uma equipe de psicólogos das Universidades de Princeton e Indiana, nos Estados Unidos, fizeram o teste: um grupo de alunos recebeu um material de estudo com fontes populares, como Arial, e outro com uma não tão utilizada, a Monotype Corsiva. O segundo grupo se saiu melhor nas provas do que o primeiro.

    5. Assista a um programa divertido
    Rir também pode servir como uma forma de refrescar a memória. Ao dar mais risadas, o corpo produz mais endorfinas, o que reduz o stress e melhora o humor. Essa combinação tem como resultado uma boa memória.

    6. Masque chiclete
    Mascar chiclete durante reuniões ou seminários pode ser uma boa escolha. Isso porque, de acordo com pesquisa da Universidade de Whales, na Inglaterra, mascar chiclete aumenta a concentração. Como consequência, as chances de você se lembrar do que foi discutido depois são maiores.

    7. Faça anotações
    Se puder, use um bloco e uma caneta em vez do computador. Em um estudo realizado em conjunto pelas Universidades de Princeton e da Califórnia, nos Estados Unidos, foi observado que os alunos que anotavam manualmente se lembravam com mais clareza das aulas e palestras do que os que utilizaram seus notebooks.

    Fonte: Revista P&GN.


  5. Artigos

    O que a geração Y espera

    25 de fevereiro de 2015 por Ação Sistemas

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    Existem muitos artigos publicados atualmente que buscam identificar com precisão, as características da geração Y, eu mesmo já publiquei alguns e acredito que ainda surgirão outros tantos.

    Nesta altura dos acontecimentos, algumas informações já estão bastante divulgadas e se tornam, muitas vezes, repetitivas e sem novidades para quem já acompanha e estuda o tema com um pouco mais de interesse.

    Certamente este não é o caso de quem toma contato com o assunto pela primeira vez. As reações que observo com maior frequência são da constatação de que realmente, há uma diferença muito grande entre a geração que chega de forma intensa ao mercado de trabalho,  chamada de geração Y, e as demais gerações.

    Diante de tantas mudanças comportamentais é comum que surjam teorias que tentem explicar as atitudes dos jovens, pesquisas traçando perfis e comportamentos comuns entre eles. Tudo isso é bem apropriado e necessário, contudo observo também algumas coisas bizarras.

    Uma das mais surpreendentes é a quantidade de especialistas e experts  apresentando teorias sobre a geração Y, sem nem ao menos estabelecer qualquer relacionamento mais profundo com estes jovens.

    Estes especialistas baseiam-se em pesquisas que usam como referência, os jovens de outras gerações, e portanto estabelecem conclusões equivocadas, levando líderes e gestores a adiarem algumas decisões necessárias , como a adequada transformação de suas realidades às expectativas dos jovens da geração Y.

    A falta de modelos adaptados para a geração atual, inevitavelmente provoca especulações, lendas e mitos, o que tornam ainda mais complexo o relacionamento entre as gerações.

    Recentemente li algumas destas teorias com afirmações do tipo

    Os jovens da geração Y não gostam de trabalho rotineiro

    Eles só gostam de trabalhar em ambientes alegres e divertidos

    Eles querem ser promovidos na primeira semana de trabalho

    Eles não respeitam pessoas mais velhas

    Eles são leais apenas a seus próprios objetivos

    Eles nunca trabalharam em projetos de longo prazo

    Eles não se preocupam em desenvolver uma carreira profissional

    Percebo que afirmações desta natureza, contribuem apenas para aprofundar o abismo existente entre as expectativas dos jovens e de seus lideres, provocando um efeito negativo com as premissas que surgem.

    A geração Y não tem dificuldades em apresentar suas expectativas, mas a falta de referenciais mais comprometidos, estabelece atitudes e comportamentos que precisam de um novo foco.

    Avaliando algumas destas expectativas, podemos observar aspectos que podem ser verdadeiras armadilhas no desenvolvimento desta geração:

    RECONHECIMENTO – o jovem deseja e pede feedback de todas as suas ações, contudo esta busca de reconhecimento constante, afeta seu desempenho e seu foco nos objetivos, principalmente quando ele desenvolve com IMPACIÊNCIA.

    INOVAÇÃO – buscar a mudança é uma característica desta geração e um de seus principais instrumentos são os QUESTIONAMENTOS, contudo se isso ocorre sem uma estratégia na forma de apresentar suas perguntas,  é possível que os questionamentos sejam confundidos com CONFRONTAMENTOS, que bloqueiam qualquer possibilidade de mudanças e inovações.

    LIBERDADE – muitas vezes considerada destrutiva nas organizações, uma vez que coloca dúvidas sobre modelos e padrões estabelecidos. Esta expectativa precisa ser entendida, não como uma liberação insana e irresponsável , mas sim, como uma busca de flexibilização, cuja melhor manifestação é a INFORMALIDADE.

    RESULTADOS – esta geração tem foco em resultados desde a primeira vez que aprendeu a brincar com videogames. Os jovens gostam de saber seus resultados e  gostam de compartilhar. A armadilha se instala quando a COMPETITIVIDADE destrói os valores e os resultados são alcançados no melhor estilo CQC (custe o que custar).

    Cabe às demais gerações assumirem cada vez mais, o papel de educadores e não mais executores, permitindo que a geração Y tenha seus próprios erros e fracassos, promovendo assim o desenvolvimento destes jovens, pois caso contrário, teremos muito brevemente um apagão de lideres em nossa sociedade.

    Fonte: Texto de Sidnei Oliveira para exame.com


  6. Artigos

    Liderança é um processo social e coletivo

    22 de janeiro de 2015 por Ação Sistemas

     

    Liderança = Direção + Alinhamento + Comprometimento

    Existem diversas formas de conceituar a liderança, gosto da utilizada pelo Center for Creative Leadership, uma instituição americana fundada em 1970. Para a CCL podemos entender a liderança como um processo social e coletivo que influencia os comportamentos do grupo para chegar a um objetivo. O líder e grupo compartilham a direção, garantem o alinhamento e promovem o comprometimento.

    Quando a direção é compartilhada cada membro do grupo conhece os objetivos e metas do grupo. A falta de uma direção leva o grupo a inércia, as pessoas ficam andando em círculos, cada um toma a decisão que quer e dessa forma a equipe não chega a lugar nenhum. A pergunta aqui é: Como chegaremos a uma decisão sobre objetivos e metas compartilhadas?

    Ao garantir o alinhamento das informações relevantes o conhecimento se torna comum. A falta de alinhamento leva a competição por recursos, as “briguinhas” se tornam frequentes, os prazos acordados não acontecem e cada um trabalha no seu tempo. A pergunta aqui é: Como coordenaremos o nosso trabalho para que tudo se encaixe?

    Promover o comprometimento facilita a disposição dos membros do grupo de expandir esforços em prol dos objetivos maiores em detrimento aos objetivos individuais. A falta de comprometimento gera promessas sem entregas, ninguém faz o que fala e somente as tarefas fáceis são feitas. A pergunta aqui é: Como iremos garantir que todos estejam engajados em atingir as metas coletivas?

    E aqui vai uma Dicaduka: quais aspectos do modelo Direção-Alinhamento-Comprometimento estão mais eficazes no seu dia a dia? Quais aspectos do modelo você precisa focar mais a sua atenção? Lembre-se: o medo de não se sair bem é um dos maiores inimigos da aprendizagem. Precisamos ser humildes.

    Um abraço e até breve!
    Professor Paulo Campos tem 20 anos de experiência em soluções de aprendizagem (Ensinar, Aprender e Liderar). Desde 2000 já realizou mais de 1.800 palestras para 80 mil pessoas nos temas relacionados ao comportamento humano nas áreas de liderança, aprendizado de adultos e gestão de pessoas.

     

    Matéria originalmente publicada em: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/mochileiro-corporativo/2014/11/19/lideranca-e-um-processo-social-e-coletivo/


  7. Artigos

    4 dicas para transformar seu problema em inovação

    15 de janeiro de 2015 por Ação Sistemas

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    A melhor maneira de inovar é treinar seus funcionários para caçar problemas – e ter um método para resolvê-los, é claro. Para isso, basta identificar quatro habilidades essenciais dos funcionários e dividir a tarefa entre quem é mais capaz de conduzir cada etapa.

    Essa é a base da estatégia de criatividade aplicada, criada pelo consultor canadense Min Basadur, especialista em psicologia organizacional. Ele já testou sua teoria em empresas como Procter & Gamble, Pepsico e Pfizer. “Problemas são os ovos dourados de uma empresa, e jamais devem ser vistos sob um aspecto negativo”, afirma.

    Para o especialista, o primeiro passo de um gestor é detectar na equipe quem tem cada uma destas habilidades:

    1. Gerador: profissional com sensibilidade para detectar problemas e oportunidades;

    2. Conceituador: criativo, pensa em diversas alternativas para resolver problemas;

    3. Otimizador: é quem cria opções para colocar a ideia em prática com sucesso;

    4. Implementador: põe a mão na massa e tem boa aceitação entre colegas para implantar mudanças.

    Quando as habilidades de cada um forem identificadas, é hora de partir para a ação. Confira, a seguir, as táticas ensinadas por Basadur em seus trabalhos:

    Como funciona o processo de criatividade aplicada?

    Inovar é resolver problemas complexos, e esse processo começa quando a empresa é proativa e identifica o que o consumidor não consegue resolver. Mas o cliente não é a única fonte de pesquisa. Podem-se descobrir problemas em qualquer lugar: conversando com pessoas, lendo o jornal, abrindo os olhos para o mundo.

    Quem está aberto ao ambiente fica sensível a problemas e oportunidades. Esse é o perfil que chamo de gerador – aquele que sempre procura problemas que viram oportunidades. A segunda fase é a de conceitualização, onde outros profissionais pegam essas oportunidades e a transformam em um problema bem definido e compreensível.

    Na terceira fase, a de otimização, a equipe obtém uma solução, uma ideia. Já a quarta fase é a de implantação. Empresas inovadoras são as que incentivam continuamente os funcionários a completar essas quatro etapas.

    É errado perguntar ao cliente o que ele quer?

    É uma pesquisa pouco produtiva. Se perguntar ao cliente o que ele quer, ele vai dar uma solução, e isso qualquer um pode fazer. O diferencial é identificar os problemas dos quais ele nem tem consciência ainda.

    Por isso é preciso trabalhar com os consumidores para saber o que está faltando e inovar no modo de encontrar problemas, e não soluções. É encontrar o que está oculto e que o cliente não consegue articular, a menos que você o ajude a descobrir, fazendo perguntas como “o que te impede de fazer isso?”.

    Como construir uma boa equipe para resolver problemas?

    Um bom gestor é alguém que sabe engajar pessoas com esses diferentes estilos (gerador, conceituador, otimizador e implantador). Primeiro, precisa descobrir quais são dominantes em cada funcionário, para fazer uma mistura equilibrada.

    Observando o comportamento deles, o gestor sabe quem gosta de identificar oportunidades, quem gosta de resolver questões e quem põe a mão na massa. Não é difícil, mas requer treino. Só é preciso gostar do processo, e não tratar problemas como negativos, mas como oportunidades.

    Todos os funcionários devem ser resolvedores de problemas?

    Sim, todo mundo. É melhor não deixar a responsabilidade para um departamento, pois não dá para mudar uma área sem mudar as outras, pois elas vão resistir. A direção deve, então, identificar problemas estratégicos e formar times interdepartamentais, pois resolver problemas complexos requer colaboração.

    E todos devem estar empolgados com o motivo pelo qual a empresa quer inovar. Seus funcionários nunca devem se acomodar na satisfação com o cargo e com os produtos: têm de descobrir sempre bons problemas para resolver. Encorajar o funcionário a descobrir problemas e a desenvolver e implantar soluções é muito motivador, pois estimula a criatividade.

    Mas nem todo empresário gosta de compartilhar suas ideias…

    Empreendedores temem compartilhar suas ideias porque têm medo de que alguém possa roubá-las. Mas, se ele for um puro gerador, só conseguirá inovar parcialmente, então vai precisar de pessoas com habilidades complementares para ajudá-lo. Muitos não percebem que apenas ter uma ideia não basta: é preciso envolver outras pessoas para cumprir os quatro estágios e inovar.

    Qual é a importância do crowdsourcing para encontrar soluções?

    Há 10 ou 20 anos, uma empresa levava meses para levantar informações que hoje se obtêm em segundos pela internet. Se você não usar a rede, seu concorrente vai usar. Mas é preciso ser seletivo com essa rede e estar preparado tanto para compartilhar o crédito como para agir rapidamente para se proteger. Ter um bom advogado de propriedade intelectual ajuda bastante.

    Ache colegas que têm estilos diferentes do seu e que possam ser úteis. Quando tenho uma ideia, como gerador, logo compartilho com um amigo que é um ótimo otimizador. Ele rapidamente a transforma em um plano prático, daí avançamos. Dependemos um do outro, e isso é bom. Sem confiança, você fica para trás.

    Fonte: Revista PEGN


  8. Artigos

    6 truques para reter a atenção da plateia numa apresentação.

    7 de janeiro de 2015 por Ação Sistemas

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    Não existe consenso científico sobre a duração média da atenção humana. Mas, se você já fez algumas apresentações ao longo da sua vida profissional, deve saber que seres humanos são muito distraídos.

    Com base em sua própria experiência como palestrante, Susan Weinschenk, autora do livro “Apresentações brilhantes” (Editora Sextante), estima que conseguimos prestar atenção ininterrupta em outra pessoa na exígua janela temporal que vai de 7 a 10 minutos. Isso se o tema nos interessar, é claro – e só se o palestrante for bom.

    A dura verdade é que, se o assunto e o apresentador forem entediantes, possivelmente o ouvinte desligará em 7 segundos, diz Susan.

    Mesmo assim, ela garante que a façanha de reter olhos e ouvidos de uma plateia – mesmo com a tentação trazida pelos smartphones – não é irrealizável.

    O segredo? Programar transições. “Você tem de encontrar uma maneira de fazer alterações a cada 7 minutos, pelo menos”, recomenda a autora.

    A seguir, veja algumas sugestões de Susan para ter sucesso nessa empreitada:

    1. Faça um pequeno intervalo
    Se a sua palestra vai durar mais de uma hora, fazer uma pausa é obrigatório. Pode ser breve: cinco minutos bastam para arejar a cabeça da plateia.

    2. Aposte em interação
    Peça para as pessoas escreverem, desenharem ou participarem de alguma outra forma ativa da discussão. Propor pequenos exercícios de vez em quando acorda os sonolentos e ajuda a trazer interesse sobre o tema.

    3. Faça perguntas
    Questionar a plateia é uma forma de dinamizar a apresentação e, de quebra, interromper um pouco o seu discurso. “Se você levar um minuto fazendo a pergunta, isso servirá como intervalo”, escreve Susan.

    4. Mude de posição
    Pode parecer desimportante, mas ficar parado no mesmo lugar durante toda a apresentação atrapalha a concentração de quem está assistindo. “Fique num ponto por alguns minutos e depois mude de lugar e fale de lá”, recomenda a autora.

    5. Mude de assunto
    Mesmo que você tenha uma programação a cumprir, vale pensar em algumas variações temáticas ao longo da apresentação. Uma das formas de fazer isso é parar o seu discurso e dizer “Agora quero falar sobre algo bem diferente”.

    6. Conte histórias
    Seres humanos adoram narrativas. Por isso, Susan recomenda ilustrar o seu discurso com histórias curtas, interessantes e, claro, pertinentes ao assunto da sua exposição.

    Fonte: Artigo originalmente escrito para exame.com


  9. Artigos, Gestão de Pessoas

    Atendimento com qualidade exige equipe motivada

    8 de dezembro de 2014 por Ação Sistemas

    Muito se fala em atendimento com qualidade, que o lucro da empresa pode depender de um bom atendimento, e que é uma forma de se destacar na concorrência. Mas normalmente se investe pouco na melhoria deste serviço, estou falando de empresas onde o atendimento não é a atividade fim. As empresas dificilmente fazem um estudo ou levantamentos para que a qualidade do atendimento seja efetivamente melhorada e atinja um nível de satisfação que seja destaque no mercado. Pensa-se muito mais na melhoria dos produtos, num gerenciamento de projetos eficiente, mas a qualidade do serviço de atendimento acaba sendo esquecida.

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    Atendimento de TI tem sido uma das áreas mais estressantes das empresas, apesar de culturalmente muitas pessoas acharem que este tipo de equipe tem um papel secundário dentro da empresa, não precisa ser comunicada ou consultada de mudanças internas, mesmo que estas afetem diretamente a equipe, nem os acontecimentos de clientes dos quais ele tem contato direto diariamente.

    O tipo de atendimento deve ser diferenciado de empresa para empresa e de cliente para cliente. O nível de exigência tem aumentado muito, não só no cliente final, mas também no cliente intermediário, também conhecido como cliente interno. Fazem parte das habilidades interpessoais da equipe de atendimento ser paciente, comunicativo, amigo, entusiasmado, assertivo, empático, honesto, ter conhecimento técnico e de negócio.

    Então o que deve ser feito para se diferenciar da concorrência? O consagrado livro “A Estratégia do Oceano Azul: Como Criar Novos Mercados e Tornar a Concorrência Irrelevante”, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne, apresenta algumas análises que podem ser adaptadas ao atendimento:

    1. Quais dos elementos podem ser eliminados? Eliminar atitudes e recursos físicos que prejudiquem a comunicação ou dificultem o serviço.
    2. Quais dos elementos podem ser reduzidos? Mudanças que reduzam ou reestruturem tarefas que possam agilizar a resposta ao cliente.
    3. Quais dos elementos devem ser aumentados? Fortalecer atitudes que agregam valor ao atendimento.
    4. Quais dos elementos devem ser criados? Inovar serviços e mostrar ao cliente que é único.

    A sugestão é discutir estas questões e apresentá-las para toda a equipe, solicitando comprometimento de todos os colaboradores. A melhoria dos serviços começa com o comprometimento dos funcionários da empresa.

    A adoção de metodologias e práticas para definir e padronizar processos, como por exemplo o ITIL, a utilização de softwares multicanais, que integram Website, e-mail e redes sociais, a utilização de indicadores, possibilitam documentação e geração de base de conhecimento são ferramentas poderosas que apresentam um papel importante no processo.

    Mas o que realmente quero destacar é a valorização do ser humano, o atendente, que deve receber treinamento para conhecer bem o produto e, estar bem orientado sobre como responder para o cliente, ser atencioso, educado e solícito, capaz de acalmar um usuário que liga irritado, saber negar sem dizer “não”, para evitar desgastes emocionais, e atender os usuários de forma diferenciada, porque cada cliente tem suas particularidades.

    Isto também é resultado de um trabalho interno de liderança, que deve agir de maneira correta, inspirar, motivar, conseguir o máximo da equipe, que em muitos casos são pessoas altamente especializadas. Ser imparcial e usar o bom senso ao invés de apenas cobrar, assumir os erros e não usar o poder para acusar a equipe pelas perdas e erros, principalmente sem provas, se incluindo nos culpados de forma empática. Isto tudo acaba sendo transmitido de forma indireta para o cliente.

    Gostaria de citar a postura de alguns executivos que se inspirararam em Steves Jobs e passaram a tratar todos ao seu redor de forma ríspida e rude, sem qualquer paciência, mas acabaram esquecendo que ele tinha uma fantástica capacidade de inspirar os outros e conquistar lealdade, que pode ser muito difícil de se conseguir, e ainda colocar em risco a união e o desempenho da equipe.

    Fonte: Portal TI Especialistas


  10. Artigos, eSocial

    Tudo que você quer saber sobre o e-Social

    1 de dezembro de 2014 por Ação Sistemas

    O eSocial ainda não entrou em vigor, mas é uma dor de cabeça para as empresas. As dúvidas sobre os pontos do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (nome oficial) são cada vez mais frequentes, principalmente no que diz respeito aos direitos dos trabalhadores.

    Mesmo não tendo trazido novidades do ponto de vista da legislação trabalhista e previdenciária, e em fase de elaboração, as mudanças nas rotinas empresariais, em especial os setores de contabilidade e de recursos humanos, já são sentidas.

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    E não é para menos. O eSocial promete vir para garantir o cumprimento das leis ao pé da letra, o que, em meio à políticas empresariais que possibilitam acordos e flexibilidades, pode representar alterações profundas.

    O JC Contabilidade selecionou algumas das dúvidas mais frequentes e ouviu especialistas na tentativa de tornar essa ferramenta mais acessível a todos.

    Quem deve se adaptar O eSocial é a escrituração digital da folha de pagamento e das obrigações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e fiscais relativas a todo e qualquer vínculo trabalhista. O projeto tem por objeto as informações relativas à contratação e utilização de mão de obra onerosa, com ou sem vínculo empregatício. Assim, todos os empregadores, sejam eles pessoas jurídicas ou físicas, devem adaptar-se à novidade.

    O contador Ricardo Kerkhoff, consultor na área de Tecnologia da Informação, adverte que todo o empregador tem as mesmas obrigações perante o sistema. Contudo, as pessoas físicas, os MEIs (microempreendedores individuais) e os pequenos produtores rurais, em função de suas demandas, não necessitam de sistemas próprios para atenderem às obrigações do projeto.

    Eles podem realizá-las junto ao portal do eSocial na internet, lembra. Unificação das informações O eSocial unifica as informações hoje prestadas em separado aos órgãos envolvidos: Ministério do Trabalho e Emprego, Receita Federal , Previdência Social, Caixa Econômica Federal e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A prestação uma única vez das informações tende a diminuir o número de divergências entre os dados repassados às instâncias e garantir agilidade no andamento dos processos. Antes mesmo da regulamentação do sistema, os empregadores podem reunir e adequar as informações da empresa e de seus colaboradores.

    É preciso ficar atento ao acúmulo de obrigações empresariais, como, por exemplo, a indicação se o empregado contratado utilizou recursos do FGTS e o tempo pelo qual o empregado ficará afastado de suas atividades em caso de acidentes ou doença. Mudanças na vida do trabalhador Um dos objetivos do eSocial é garantir que os direitos trabalhistas e previdenciários dos empregados sejam por eles usufruídos, define o auditor-fiscal do Ministério do Trabalho em Caxias do Sul, Vanius João de Araújo Corte.

    Os trabalhadores devem gozar de maior agilidade no processo de aposentadoria e passar a ter seus direitos previdenciários e trabalhistas mais respeitados. Segundo o auditor-fiscal do Trabalho, com o eSocial, todos os fatos importantes da vida laboral do trabalhador ficarão registrados e estarão disponíveis quando necessário, não precisando mais a busca dessas informações em arquivos das empresas. Ricardo Kerkhoff conta que há rumores de que o Programa de Integracao Social (PIS) será extinto e gradativamente substituído pelo CPF, porém nada oficial ainda.

     

    Mudanças na rotina das empresas

    O sistema se aplica a todos os empregadores, independente do porte empresarial. As organizações e os contadores ganham, principalmente, com os ajustes nos processos internos, com a redução das obrigações acessórias – a partir da substituição de aproximadamente 40 eventos periódicos e não periódicos – e com o armazenamento de mais de 2 mil informações pelo governo.

    Os especialistas afirmam que não será mais possível manter a prática de aguardar até o final do mês, no fechamento da folha de pagamento, para trocar as informações entre os diversos setores da organização. Com o eSocial deixará de ser necessário, por exemplo, o envio de Rais, Cageds, Dirf, CAT e outras informações, que estarão unificadas neste canal único, explica o auditor-fiscal do Ministério do Trabalho em Caxias do Sul, Vanius João de Araújo Corte.

    Fiscalização e autuações

    A fiscalização e as autuações envolvendo o eSocial merecem atenção redobrada. É fundamental conduzir o empresário para o entendimento de que, legalmente, todo e qualquer projeto do Sped tem caráter declaratório e, portanto, de confissão, alerta o contador Ricardo Kerkhoff. Para ele, somente isso acaba por abreviar pelo menos duas etapas dos processos de fiscalização tais como conhecemos hoje: intimação para comprovação e prazo para se adequar.

    Esses dois processos serão extintos, uma vez que os órgãos responsáveis já irão dispor das informações fornecidas pelo eSocial. Tudo indica que, ao apresentar os dados, o próprio sistema fará o cruzamento e, caso haja divergência e intimação, as acusará. Posteriormente, em caso de abertura de processo administrativo ou judicial, os trâmites continuam sendo os mesmos.

    Férias e banco de horas

    A exigência de mais transparência no que diz respeito às férias do trabalhador pode assustar, mas, novamente, o eSocial não traz alterações na legislação, apenas cobra sua aplicação na íntegra.

    O direito do trabalhador de gozar de um período de 30 dias de férias anuais não será modificado.

    As empresas devem respeitar a obrigatoriedade de enviar a comunicação prévia do aviso de férias 30 dias antes da data de concessão.

    Será impossível negociar o pagamento de mais de 10 dias do período.

    O parcelamento dos dias de descanso será permitido apenas em casos excepcionais, como já previa o artigo 134 da Consolidação da Legislação Trabalhista (CLT).

    Com isso, a divisão dos 30 dias em dois ou mais períodos durante o ano indiscriminadamente, prática corriqueira entre empregadores e empregados, está com os dias contados.

    Conforme o contador Ricardo Kerkhoff, o impacto nas férias dos trabalhadores é mais cultural do que legal. “No meu entendimento, preciso concordar que se trata de uma espécie de mau-legado em termos de procedimentos”, admite Kerkhoff.

    As empresas devem ficar atentas ao informar as férias já concedidas ao empregado dentro do programa do eSocial. “Na fase cadastral do projeto, prevista para o registro e complementação das informações relativas às movimentações de folha, será possível a comunicação desses dados. Após, não mais, conforme prevê a legislação em vigor, que não é efetivamente respeitada”, diz Kerkhoff.

    O uso de banco de horas continua sendo permitido, sendo que é preciso especial atenção aos acordos coletivos e de sindicatos, pois não são todas as categorias funcionais que têm possibilidade de utilização da ferramenta.

    É possível a movimentação de saldos, compensações e pagamentos de horas extras provenientes de banco de horas, segundo o Manual do eSocial versão 1.1, de janeiro de 2014. Os eventos que possibilitam os controles e movimentações de banco de horas podem ser verificados na Tabela 3 do manual, campos 1004, 9906 e 9907, entre outros.

    Medicina do Trabalho

    No que tange às resoluções de Segurança e Medicina do Trabalho, a mudança será a implementação de procedimentos e controles que permitam maior fiscalização sobre as empresas de que a legislação vigente seja atendida. Empresas e instituições que contemplam empregados deverão elaborar e implantar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (Pcmso) com objetivo de promover e preservar a saúde da equipe.

    O auditor-fiscal do Ministério do Trabalho em Caxias do Sul, Vanius João de Araújo Corte, enfatiza que as organizações permanecem obrigadas a submeter os empregados aos exames previstos no Pcmso e a emitir os atestados de saúde ocupacional (ASO), a manter o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e a fornecer os equipamentos de proteção individual. “A única diferença é que elas terão que prestar essas informações no eSocial, não mais bastando o controle interno”, destaca. O contador Sérgio Cardeal, especializado em empregadores domésticos, adverte que, pelo menos por enquanto, a categoria não tem de cumprir obrigações médicas, o que pode vir a mudar no futuro.

    O contador Ricardo Kerkhoff informa que o atestado de saúde ocupacional deverá ser realizado nos seguintes casos:

    – Admissional: Deverá ser realizada antes que o trabalhador assuma suas atividades;

    – Periódico: De acordo com os intervalos previsto pela NR 7;

    – Retorno ao Trabalho: Obrigatoriamente no primeiro dia da volta ao trabalho de trabalhador ausente por período igual ou superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto;

    – Mudança de Função: Obrigatoriamente realizada antes da data da mudança de função, posto de trabalho ou de setor que implique a exposição de agentes nocivos diferente daquele a que estava exposto antes da mudança;

    – Demissional: Obrigatoriamente desde que o último exame médico ocupacional tenha sido realizado há mais de 135 dias para as empresas de grau de risco 1 e 2 ou 90 dias para as empresas de grau de risco 3 e 4.

    Em todos os tipos de exame ocupacional, será obrigatório o registro no eSocial, através do evento atestado de saúde ocupacional S-2280, com o detalhamento do médico responsável, número do registro (CRM), exames realizados etc.

    Fonte: Jornal do Comércio – RS


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