1. Artigos, Gestão de Pessoas, Sem categoria, Tecnologia da Informação

    Tecnologia da Informação alinhada às estratégias de RH

    28 de fevereiro de 2013 por Ação Sistemas

    por Graziela Oliveira*

    No cenário atual é possível visualizar que não existe alinhamento estratégico entre a Tecnologia da Informação (TI) e o processo de negócios em muitas empresas, pois elas não estão atingindo a liderança de mercado e a lucratividade esperada.

    Pode-se dizer também que o alinhamento entre negócio e TI é alcançado quando um conjunto de estratégias de TI tais como sistemas, objetivos, obrigações e estratégias são derivados do conjunto estratégico organizacional, missão, objetivo e estratégias. Portanto, quanto mais os sistemas provêm informações para os negócios, maior é a integração e maior a contribuição para o desempenho organizacional.

    É preciso lembrar também que o alinhamento estratégico não é um evento isolado, é um processo continuo de adaptação e mudança. A importância desta visão holística pelos gestores não só se aplica às empresas, mas também às instituições do governo e às organizações não governamentais.

    As organizações precisam definir uma maneira de ter todas as partes trabalhando em conjunto. Não é produtivo uma empresa permitir que cada departamento possua sua  própria otimização,  pensando que desta forma terá um conjunto otimizado.  Otimizar todas as áreas é importante, porém feita de uma forma isolada, não otimiza o todo. Neste sentido devemos olhar além dos processos e funções departamentais, mas sim desenhar o negócio como um todo para ver as relações entre as partes, bem como a necessidade delas trabalhem em conjunto.

    Entre as principais vantagens de uma administração organizada e alinhada à estrutura da organização, está a possibilidade de ampliar a transparência da gestão de pessoas, por exemplo. Um acompanhamento detalhado e fielmente registrado contribui para valorização do colaborador, e dá suporte para o Gestor de RH em suas estratégias e decisões.

    Com uso de um sistema completo e integrado, que converse com os sistemas dos demais departamentos e que ainda possibilite a extração de dados e geração de relatórios que visam dar subsidio a tomada de decisões por parte da Alta Direção. Desta forma é possível vislumbrar efetivamente a integração da TI ao negócio, e com isso atingir os resultados e lucratividade esperados.

    Para auxiliar no entendimento do ponto de vista da Ação Sistemas referente ao cenário de Atuação dos Departamentos de RH, Marco Ayala Consultor da Ação Sistemas fez a ilustração abaixo:

     

    Cenário Ideal

     

    > Gestão integrada

    > Garantia de manutenção total do legado do rh

    >  Segurança das informações

    >  Respaldo em processos trabalhistas

    >  Sinergia da área de RH

    >  Visão sistêmica e holística da área

     

    Cenário Atual

     

    > Gestão desencontrada

    >  Ausência de manutenção do legado do RH

    >  Insegurança das informações

    >  Falta de suporte em processos trabalhistas

    >  Área de RH dispersa

    >  Cada área em seu feudo dominante

     

    *Graziela Oliveira é Analista Comercial e Marketing da  Ação Sistemas de Informática Ltda.

     


  2. Artigos, Legislação, Notícias

    A contribuição sindical e seus objetivos

    por Ação Sistemas

    A contribuição sindical está prevista nos artigos 578 a 591 da CLT. Possui natureza tributária e é recolhida compulsoriamente pelos empregadores no mês de janeiro e pelos trabalhadores no mês de abril de cada ano. O art. 8º, IV, in fine, da Constituição da República prescreve o recolhimento anual por todos aqueles que participem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, independentemente de serem ou não associados a um sindicato. Tal contribuição deve ser distribuída, na forma da lei, aos sindicatos, federações, confederações e à “Conta Especial Emprego e Salário”, administrada pelo MTE.

    O objetivo da cobrança é o custeio das atividades sindicais e os valores destinados à “Conta Especial Emprego e Salário” integram os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Compete ao MTE expedir instruções referentes ao recolhimento e à forma de distribuição da contribuição sindical. Legislação Pertinente: arts. 578 a 610 da CLT.Competência do MTE: arts. 583 e 589 da CLT.

     

    Pagamento

    O recolhimento da contribuição sindical poderá ser efetuado em todos os canais da Caixa Econômica Federal, tais como agências, unidades lotéricas, correspondentes bancários e postos de autoatendimento. A referida contribuição também pode ser paga no Banco do Brasil ou em quaisquer estabelecimentos bancários nacionais integrantes do Sistema de Arrecadação de Tributos Federais.

    Mas, atenção:
    As empresas que não recolherem ou não repassarem a Contribuição aos Sindicatos estarão sujeitas à cobrança judicial e o comprovante do recolhimento da Contribuição Sindical é documento necessário para participar de processos de concorrências públicas ou administrativas, obter registro ou licença de funcionamento e alvarás de licença ou localização.

    Categoria Diferenciada – Preponderante

    O conceito de categoria profissional diferenciada encontra-se disposto no § 3º do art. 511 da CLT, onde se estabelece que essa categoria é aquela “que se forma dos empregados que exercem profissões ou funções diferenciadas por força do estatuto profissional especial ou em conseqüência de condições de vida singulares”, a qual, quando organizada e reconhecida como sindicato na forma da lei, detém todas as prerrogativas sindicais (art. 513 da CLT).

    Entende-se como atividade preponderante a que caracteriza a unidade de produto, operação ou objetivo final, para cuja obtenção todas as demais atividades convergem, exclusivamente, em regime de conexão funcional.

    Quando a empresa realiza diversas atividades econômicas, sem preponderância de nenhuma delas, cada qual se incorpora à respectiva categoria econômica, e a contribuição será atribuída aos sindicatos correspondentes a cada atividade.

    Como os recursos gerados pela Contribuição são distribuídos:
    De acordo com o artigo 589 da CLT, as contribuições recolhidas dos trabalhadores e depositadas na Caixa serão proporcionalmente repassadas da seguinte forma:
    - 60% para o Sindicato;
    - 20% para “Conta Especial Emprego e Salários” administrada pelo Ministério do Trabalho;
    - 15% para a Federação;
    - 5% para a Confederação.

     

    Fonte: MTE

     


  3. Artigos, Sem categoria

    É preciso aprender a aprender

    por Ação Sistemas

    por Stefi Maerker*

    Um dos conceitos mais procurados hoje no mercado de trabalho é a capacidade do profissional de se reinventar, de fazer diferente, de conhecer mais de trazer resultados inesperados. E, cada vez que olhamos para uma definição destas, questionamos – como fazer isto? Como ser capaz de reinventar-se a cada momento que passa sem perder as nossas características, a nossa base, a nossa forma de ser.

    Acredito que este é um dos desafios da nossa era – reinventar-se sem perder a essência. Mas, para tanto, temos que ter em mente que seguiremos dois padrões – manter os nossos princípios e valores e mudar.

    Para alcançar este desafio, uma das características mais importantes é aprender a aprender. Parece fácil, mas não é. Primeiramente, exige que tenhamos a capacidade de mudar e abandonar conceitos antigos em favor dos novos. E, quem diz que mudar é fácil, está mentindo. Mudar pode parecer desagradável porque traz uma sensação de desconforto, certo receio do desconhecido, contrário à sensação de acolhimento e calor dos procedimentos que já conhecemos.

    E, é aí que reside o perigo: ficarmos nos padrões que já conhecemos. Sensação de calor e tranquilidade que temos ao fazer algo cujo resultado é esperado e alcançado. Sempre que isto acontecer, o profissional deve questionar o quê fazer mais, diferentemente do procedimento atual para atingir um resultado diferente e melhor.

    Reaprender não é fácil. Principalmente porque exige esquecer as formas antigas de trabalho e assumir novos padrões. Mas, o profissional que aprende a aprender, ganha autonomia que se baseia no equilíbrio das escolhas. Saber escolher também é uma competência muito apreciada no mercado de trabalho, assim como em nossa vida particular.

    Todo sucesso depende desta competência – saber fazer as escolhas certas, visto que a velocidade da alteração dos processos e do conhecimento é muito grande. Não há mais tempo de rever nossos conceitos muitas vezes, as decisões precisam ser imediatas e para isto temos de estar em estado de prontidão.

    É preciso desenvolver a sensibilidade e o feeling para ser capaz de assumir as melhores escolhas. E, para fazer estas escolhas corretamente é preciso acumular conhecimento ou, como diz Mário Sergio Cortella “dar empregabilidade ao conhecimento”.

    Ou seja, não basta ser capaz de fazer escolhas, elas tem que ser bem feitas, tem de funcionar, de gerar resultado, de fazer e trazer mais do que o esperado.

    E aí pensamos, é isto que é vida? Esta corrida louca, esta cobrança por mais e melhor?

    Penso que hoje o questionamento não deveria ser este, a vida e a correria frequente fazem parte da vida moderna – então como melhor aproveitá-las, como crescer, estar bem consigo mesmo e se sentir realizado dentro deste panorama?

    Acho que se aceitarmos que a vida é um aprendizado eterno, estaremos no caminho que vai nos levar a uma melhora do contexto no qual estamos incluídos e do qual somos parte integrante. Não há como voltar atrás, que, aliás, é uma ação contraproducente. Só podemos ir para frente. Então, se é para tanto, que seja da melhor forma possível, crescendo, se desenvolvendo, aprendendo a aprender.

    Sempre.

    *Stefi Maerker é Empresária, consultora, gestora de pessoas, conferencista e palestrante em eventos mundiais. Autora dos livros “Secretária–Uma Parceira de Sucesso”, 1999 e “Mulheres de Sucesso–Os segredos das mulheres que fizeram história”, 2000. Foi chairwoman e idealizadora dos Comitês de Secretárias e de Mulheres Executivas da Câmara Americana de São Paulo.

    Fonte: www.sejaprofissional.com.br


  4. Artigos, Gestão de Pessoas, Tecnologia da Informação

    Tecnologia da Informação transformando os departamentos de RH

    4 de fevereiro de 2013 por Ação Sistemas

    Nas duas últimas décadas, organizações do mundo inteiro têm testemunhado e, a maioria, aderido ao novo modelo de atuação dos RHs em razão do impacto causado pela Tecnologia da Informação.

    É possível dizer que a área de recursos humanos está entre os segmentos mais influenciados pelas mudanças tecnológicas.

    As atividades rotineiras passam a ser automatizadas e os profissionais ganham mais tempo para desenvolverem suas habilidades e conhecimentos, podendo assim contribuir com as empresas em outros aspectos do trabalho.

    A Tecnologia da Informação nos trouxe sistemas de RH que permitem realizar com maior eficiência e menor risco de erros, desde as funções mais básicas de RH até as mais complexas, como por exemplo, a folha de pagamento.

    Além disso, os sistemas de RH contribuem muito para melhoria do relacionamento entre empresa e funcionário, uma vez que a gestão se torna mais transparente e com uma abrangência muito maior de informações detalhadas de cada empregado.

    O uso da Tecnologia da Informação na gestão de pessoas é, cada vez mais, um requisito indispensável para organizações que buscam competir em uma economia globalizada. Os departamentos de RH estão descobrindo, cada vez mais, que a tecnologia é a aliada perfeita para otimizar a gestão e os custos de serviço por empregado.

     

     


  5. Artigos, Gestão de Pessoas, Notícias

    Guerra por talentos já é digital

    por Ação Sistemas

    Em todo o mundo, a atividade de gestão de Recursos Humanos enfrenta uma série de desafios prementes e interligados, tais como a necessidade de atuar em um ambiente de trabalho global e virtual e a premência de o RH oferecer valor tangível estratégico.

    De acordo com estudo idealizado pela KPMG International e realizado pela Economist Intelligence Unit, o recrutamento e a retenção de profissionais são percebidos como essenciais para o sucesso de qualquer negócio, apesar de líderes de negócios considerarem as atividades de RH não essenciais, e, em alguns casos, ineficazes.

    Assim, em um ambiente cada vez mais complexo, os setores de Recursos Humanos têm novos desafios a enfrentar e algumas percepções antigas a serem superadas.A pesquisa Repensando os recursos humanos em um mundo em transformação (Rethinking Human Resources in a Changing World) avalia as forças que influenciam a atividade de Recursos Humanos nos negócios. Participaram do levantamento 418 executivos da Ásia (32% do total), Europa (30%), América do Norte (28%) e América Latina (10%) de diversos setores de atividade, que transmitiram mensagens contraditórias segundo as conclusões do estudo.

    De acordo com o levantamento, 81% dos entrevistados dizem que uma estratégia de gerenciamento de talentos eficaz será fundamental para o sucesso competitivo. Consequentemente, 59% afirmam acreditar que o RH vai ganhar maior importância estratégica nos próximos anos. Mas apenas 17% dos executivos ouvidos afirmam que o RH faz um bom trabalho demonstrando de fato sua importância para os negócios.Comentando a pesquisa, Robert Bolton, líder global e europeu do Centro de Excelência em Transformação de RH da KPMG, afirmou: “No mínimo, o RH tem um problema de percepção, embora em muitos casos ele possa realmente não ter conseguido oferecer valor real. Apesar de a globalização e a virtualização do trabalho representar novos desafios, avanços na tecnologia estão oferecendo uma grande oportunidade para os RHs atenderem melhor as necessidades de aquisição de uma força de trabalho dinâmica e em transformação”.

    Segundo Patricia Molino, sócia-líder de People & Change da KPMG no Brasil, apesar do grande esforço nas últimas duas décadas da área de Recursos Humanos para atuar de maneira estratégica, o reconhecimento desta contribuição ainda é tímido, indicando que outros caminhos precisam ser percorridos para se cumprir esta missão.“Pode parecer óbvio que as novas tecnologias da informação e comunicação têm transformado a área de Recursos Humanos, mas lidar com as mudanças e com a quantidade monumental de possibilidades e escolhas que elas representam é, sem dúvidas, um desafio enorme. Gerir essa transformação da maneira mais produtiva para os negócios será um diferencial competitivo. Se a virtualização de determinadas áreas e profissionais é um imperativo dos negócios, o desafio reside em manter a lealdade e a produtividade nas organizações, preservando a cultura empresarial e seus valores, por exemplo”, explica Patrícia Molino.

    As principais conclusões da pesquisa centram-se na necessidade de se atingir a compreensão e a antecipação em relação às necessidades por uma força de trabalho global e flexível. Embora a tecnologia tenha gerado uma mudança profunda na atividade do RH, a  grande oportunidade está assentada no uso efetivo de dados analíticos com o objetivo de melhor gerir a força de trabalho.Ter sucesso no gerenciamento de uma nova força de trabalho global, flexível e remota é, portanto, uma das principais preocupações dos respondentes da pesquisa. No entanto, apenas um em cada quatro entrevistados afirma que o RH se sobressai na aquisição e retenção de talentos mundialmente, estimulando a contratação de uma força de trabalho virtual e o aumento da globalização dos negócios.

    Os resultados do relatório apontam para o maior engajamento dos funcionários como a solução definitiva para os desafios em RH. Consequentemente, o raciocínio criativo deve ser aplicado ao desenvolvimento de novas políticas em recursos humanos que irão estimular o engajamento da força de trabalho que está menos comprometida com a organização. Para as empresas obterem sucesso, elas terão que encontrar maneiras de aplicar novas políticas globalmente e, ao mesmo tempo, acomodar as condições de mercado locais e diferentes culturas.

    A adoção de novas plataformas de recursos humanos baseadas na web, ou móveis, tem permitido empregar opções de treinamento mais flexíveis.

     

    Fonte: Redação IT Careers – Convergência Digital


  6. Artigos

    É hora de autoavaliação profissional

    9 de janeiro de 2013 por Ação Sistemas

    Mais um ano começou. Com isso, é chegado o momento de avaliar-se profissional e pessoalmente. Com certeza 2012 foi marcado por muitas evoluções, aprendizados e conquistas. Mas que tal começar a pensar agora em seus objetivos e a planejar, desde já, como será este novo ciclo?

    Para sair do campo das “promessas” e obter os resultados esperados é preciso ter foco e saber, com clareza, o que você deseja realmente e com isso direcionar efetivamente seus esforços.

    A Ação Sistemas preparou algumas dicas para você fazer uma Autoavaliação Profissional:

    1. Seja sincero com você mesmo e reflita sobre o que você realmente quer para sua carreira e para sua vida;

    2. Estou feliz com meu trabalho/profissão?  Reflita um pouco sobre suas atividades e seu dia-a-dia, você está feliz com suas realizações, ou seu trabalho está servindo apenas para que se mantenha financeiramente. O que você pode mudar em relação a isto;

    3. Quais são os seus pontos fortes e quais precisam de melhoria? O que você está fazendo para enaltecer ainda mais seus pontos fortes e trabalhar os pontos de melhoria.

    4. Quais são os meus objetivos em termos profissionais e pessoais? Defina seus objetivos, faça uma lista e eleja quais são suas prioridades, e a partir daí, trace um Plano de Ação consistente;

    5. Nunca pare de estudar. Não deixe de estudar e de acompanhar as novidades e tendências do seu segmento, pois isso pode transformar rapidamente a pessoa em um profissional obsoleto. E hoje em dia, o mercado não tolera mais profissionais que estão atrás do seu tempo. Tente avaliar se realmente o tempo que está investindo na carreira é o suficiente, e se não for, é um dos primeiros pontos que precisam ser analisados.

    Boa sorte!

     


  7. Artigos, Gestão de Pessoas

    Muito além da folha de pagamento

    por Ação Sistemas

    Por *Luiz Carlos Leite

    É muito comum nas organizações atuais a vontade de implantar sistemas nas rotinas de RH, como se elas fossem uma área completamente dissociada da administração de pessoal, muitas vezes denominada de “Área de Pessoal”, responsável pela admissão, pagamento, movimentação e demissão de cada colaborador.

    Isso se deve normalmente ao fato de não conseguir uma evolução nessa tarefa , que vive exclusivamente para resolver problemas, pois a cada final de período de remuneração novos problemas se acumulam aos já existentes. Devido a essa constância cíclica, passa-se a ter o entendimento que jamais existirá progresso nem evolução ao ponto de se conseguir implementar novas rotinas. A pressão exercida pela competitividade no “negócio fim” da organização e convictos de que não existe outra solução, os gestores se veem obrigados a criar novas áreas de RH completamente independentes da Administração de Pessoal.

    A tomada de decisão não poderia ser outra, pois não há ordem suficiente para que haja progresso. Criam-se então as áreas que recebem a missão de promover uma evolução nos mais variados e antigos anseios ligados ao capital humano da organização. Nesse momento nascem os novos heróis, os quais, armados de ferramentas, poderosas ou não, mas independentes e desconectadas da administração de pessoal, partem para a luta do inatingível. Para qualquer dos lados que se ande na rosa dos ventos do RH sempre iremos encontrar um exército de problemas vividos pela dissociação das informações mais básicas e preciosas para toda a evolução de quaisquer das atividades a serem desenvolvidas.

    É de conhecimento de todos que existe somente um canal de comunicação sobre o que ocorre com um colaborador em qualquer organização. Esse canal é o responsável pelo registro e guarda das comunicações a ele enviadas. Ele é sempre o primeiro a saber de tudo, pois para o colaborador há o entendimento de que, o principal canal de relacionamento deve ser com quem cuida da coisa mais importante para ele que é a sua remuneração, folha de pagamento.

    Assim sendo, a chamada área de pessoal é sem dúvida nenhuma é a que mais sabe sobre a situação do colaborador. Ela foi a primeira a saber quando ele entrou na organização, soube sempre onde ele esteve, o quanto ganhava,  o que fazia e quando saiu. Indubitavelmente isso é necessário para o funcionamento básico de controle de colaboradores e de qualquer outra atividade que ao colaborador esteja ligada. Sendo essa uma premissa básica, no momento em que criamos áreas independentes para efetuarmos qualquer tarefa que dependa dessas informações, estaremos impondo uma barreira quase intransponível que irá gerar retrabalho, esforço incomensurável e novas frustrações.

    Por esse motivo não podemos criar áreas totalmente independentes da administração de pessoal da empresa, esses novos setores dependem fundamentalmente das informações nela contida, e que vão muito além da pagadoria.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    *Luiz Carlos Leite é o diretor de operações da Ação Sistemas.

     


  8. Artigos, Gestão de Pessoas

    Turbinando a Carreira II – Valorizando os Visionários

    por Ação Sistemas

    Por *Marco Ayala

     

    A característica mais importante que os Acionistas desejam ver nas suas empresas, onde vão investir seu dinheiro, é a visão de longo prazo dos seus profissionais.  Visão de futuro.

    A razão disso?

    Os executivos ou diretores de empresas bem sucedidas eram capazes de usar a intuição para prever o futuro em proporção que excedia significativamente as expectativas do acaso. Já os executivos de empresas que perdem dinheiro apresentaram números bem abaixo da média.

    Prever o futuro é fácil? Não. Nunca foi. Em 1893, durante a Feira de Chicago, algumas cabeças privilegiadas foram convidadas a prever como seria o futuro em um século. Ninguém atinou com a ascensão dos transportes motorizados. Detalhe: na época, o motor de combustão já havia sido patenteado.

    Contar com a intuição tornou-se necessário agora não apenas para dirigentes e planejadores, mas para praticamente todos os escalões da empresa. Departamentos foram reagrupados em processos de trabalho que reúnem profissionais de diferentes áreas. Ao analisar as transformações no mundo do trabalho nesta fase de pós-reengenharia, o consultor americano Michael Hammer detectou a valorização emergente de três novos perfis profissionais.

    Primeiro: pessoas aptas para identificar tendências sem precedentes e com boa noção intuitiva para extrair tendências coerentes de dados conflitantes.

    Segundo: funcionários com capacidade para pensar além dos limites convencionais. Terceiro: pessoas eficazes em influenciar opiniões e atitudes e persuadir os colegas a se livrarem do tradicional e abraçar o incerto. Antes eram favorecidos nas empresas os funcionários eficazes na execução de planos.

    São habilidades que exigem, sobretudo, senso intuitivo. Pessoas que Conseguem enxergar a floresta, em vez de se deter sobre determinada árvore. Também têm aptidão para visualizar conexões entre as partes. Gostam de passar de uma tarefa para outra (o que indica flexibilidade). São voltadas para o futuro e estimuladas por sua própria inspiração.

    Como as companhias podem se valer de algo que parece tão intangível como a intuição?

    Depende de aspectos da cultura da empresa ou de um líder com sensibilidade “aguçada.” É daqueles que atendem pessoalmente o telefone,  gostam de bater papo com funcionários. “Confiar na experiência e na intuição”.

    Existem empresas com cultura arraigada na criatividade que sua máquina de gerar inovação há muito independe de quem esteja no comando. “Ouça qualquer pessoa que tenha uma ideia original, não importa quão absurda possa parecer à primeira vista”, Caso se tenha uma ideia sobre um novo produto, a ideia é analisada e se factível estruturada e implantada.

    Portanto solte as rédeas da imaginação em 2013 e lembre-se todo o bom produto ou serviço de hoje foi uma ideia colocada em prática e TURBINE SUA CARREIRA.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    *Marco Ayala é consultor da Ação Sistemas.

     

     

     


  9. Artigos, Gestão de Pessoas

    Folha de Pagamento e os cuidados nas parametrizações

    2 de janeiro de 2013 por Ação Sistemas

    Por Sergio Ferreira Pantaleão

    A folha de pagamento de uma empresa envolve inúmeras parametrizações que influenciam diretamente no resultado final da área de Departamento Pessoal, ou seja, no número de erros ou acertos apurados no processamento de uma folha de salários que pode ser uma “pedra no sapato” para muitos profissionais da área.

    Estes erros podem ser de caráter interno, envolvendo os valores pagos ou descontados dos empregados, ou externo, envolvendo os encargos sociais recolhidos indevidamente para as entidades arrecadadoras de tributos e contribuições.

    Muitas empresas buscam informatizar a operação do processamento da folha de pagamento adquirindo o software de outras empresas especializadas no ramo com o objetivo, como qualquer outro meio de informatização, de ganhar tempo, reduzir custos na operação e eliminar possíveis falhas humanas.

    Normalmente estes softwares são desenvolvidos com características padrão, de modo a atender ao maior número de empresas clientes, independentemente do número de empregados ou da atividade que a empresa desenvolve.

    No entanto, há determinadas situações em que os softwares não atendem àquela atividade específica da empresa a qual apresenta peculiaridades, em relação a determinadas verbas ou determinados tipos de pagamentos, que não estão abrangidas pelo sistema.

    Na maioria das vezes as verbas salariais calculadas acabam influenciando nos resultados de outras verbas e tudo isso é estabelecido (no que tange ao sistema de folha), através de parâmetros.

    Parametrizar nada mais é que representar por meio de parâmetros. É estabelecer, por exemplo, quais as incidências que determinada verba irá sofrer (INSS, FGTS, IRF), ou ainda, quais verbas serão base de cálculo de outra, como as horas extras (com os diversos percentuais) que serão base de cálculo do DSR.

    Quando falamos em folha de pagamento, podemos entender que parametrizar é atribuir valor, referência, indicar os impactos, agrupar verbas, enfim, “dizer ao sistema” exatamente para que serve determinada verba e qual o resultado esperado no seu processamento.

    Estas parametrizações não são feitas aleatoriamente, mas baseadas no que a legislação trabalhista e previdenciária estabelece, obedecendo rigorosamente aos ditames do fisco, dos acordos e convenções coletivas de trabalho, bem como estabelecendo os tipos de cálculos (considerando as regras específicas) que estão sendo considerados para aquela empresa.

    Portanto, para se fazer uma boa parametrização é preciso, antes de mais nada, conhecer a lei, as normas complementares, acompanhar suas mudanças e entender qual o reflexo que determinada norma (trabalhista, previdenciária, saúde e segurança no trabalho, imposto de renda e etc.) possui sobre as verbas salariais que compõem a folha da empresa. Também é preciso conhecer do software o qual está sendo utilizado, uma vez que cada um possui nomenclaturas diferentes e interpretações distintas.

    Como já abordado anteriormente, nenhum sistema informatizado é capaz de atender a todas as necessidades de determinada empresa. Assim sendo, cabe ao responsável pelo sistema e também pela área de recursos humanos, conhecer destas necessidades e incorporá-las ao software através da parametrização.

    Basicamente o cadastro das verbas salariais de um sistema de folha de pagamento é composto por verbas de vencimentos ou proventos, verbas de descontos e verbas que compõem a base de cálculo para apuração de encargos sociais ou ainda, de simples referência estatística, como horas afastamento, horas treinamento entre outras.

    Uma verba salarial considerada provento, como o salário base, por exemplo, pode gerar incidência sobre verbas como INSS, IRF, FGTS, adicional de insalubridade, salário família, vale transporte, pensão alimentícia, adicional noturno, adicional de periculosidade, provisão de férias e 13º salário, entre outras dentre as quais o salário base faz incidência para sua apuração.

    Por outro lado, uma verba salarial considerada desconto, como faltas, por exemplo, pode gerar também a incidência sobre verbas como INSS, FGTS, IRF e pensão alimentícia. Isto porque a incidência de faltas para apuração de outras verbas é bem menor do que o salário base ou as horas extras, que acabam refletindo no cálculo de um número elevado de outras verbas.

    Deixar de estabelecer a incidência de faltas sobre a apuração do INSS pode contribuir para o cálculo (a maior) do INSS descontado do empregado, bem como a contribuição também a maior do valor a ser recolhido por parte do empregador.

    Daí a importância de conhecer a legislação para uma adequada parametrização, já que o valor descontado de faltas do empregado deve ser abatido da base de cálculo para apuração do INSS ou do FGTS, pois faltas representa ausência ao trabalho. Se o empregado não trabalhou, não há que se falar em desconto de INSS e tampouco o empregador deverá contribuir sobre tal valor.

    As mudanças na legislação como a incidência de INSS sobre o aviso prévio indenizado, a não incidência de IRF sobre férias indenizadas entre outras, devem ser observadas para que os parâmetros destas verbas sejam alterados, de modo que a partir da alteração da legislação, o sistema passe a considerar ou não aquela verba para determinado tipo de desconto/contribuição.

    Para se detectar tais divergências o resumo de uma folha de pagamento pode ser um meio prático e seguro, pois nele estará listado o valor total de cada verba. Se as faltas não estiverem parametrizadas para incidir na apuração do cálculo do INSS, por exemplo, pelo resumo da folha de pagamento poderá se detectar esta falha, pois no valor da base de cálculo do INSS apresentada no resumo não estará sendo abatido o valor das faltas.

     

    *Sergio Ferreira Pantaleão é Advogado, Administrador, responsável técnico pelo Guia Trabalhista e autor de obras na área trabalhista e Previdenciária.

    Fonte: Portal Guia Trabalhista

     


  10. Artigos, Gestão de Pessoas

    Qual é a diferença entre Salário e Remuneração?

    11 de dezembro de 2012 por Ação Sistemas

    Salário é a contraprestação devida ao empregado pela prestação de serviços, em decorrência do contrato de trabalho.

    Já a remuneração é a soma do salário contratualmente estipulado (mensal, por hora, por tarefa etc.) com outras vantagens percebidas na vigência do contrato de trabalho como horas extras, adicional noturno, adicional de periculosidade, insalubridade, comissões, percentagens, gratificações, diárias para viagem entre outras.

    A remuneração é gênero e salário é a espécie desse gênero. A palavra remuneração passou a indicar a totalidade dos ganhos do empregado, pagos diretamente ou não pelo empregador e a palavra salário, para indicar os ganhos recebidos diretamente pelo empregador pela contraprestação do trabalho.

    As verbas consideradas como remuneração e que fazem base para cálculo de 13º salário, férias, rescisões entre outras, são:

    •             Horas Extras;
    •             Adicional Noturno;
    •             Adicional de Periculosidade;
    •             Adicional de Insalubridade;
    •             DSR;
    •             Comissões;
    •             Gratificação (a partir da segunda gratificação)
    •             Prêmios – desde que habituais Triênios, anuênios, biênios;
    •             Prêmios de assiduidade;
    •             Quebra-caixa;
    •             Gorjetas;
    •             Ajuda de Custos habituais;
    •             Abonos habituais Salário in Natura – fornecimento habitual de qualquer vantagem concedida ao empregado (aluguel de casa, carros, escola de filhos, etc.)

    Autoria: Equipe Guia Trabalhista
    Fonte: Portal Guia Trabalhista


     


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