1. Artigos

    Recrutamento e Seleção: Dicas para ser aprovado na dinâmica de grupo

    18 de maio de 2012 por Ação Sistemas

    De cabelo em pé. É assim que muitas pessoas ficam ao saber que vão encarar a dinâmica de grupo de um processo seletivo. Não é à toa que 46% dos candidatos não se sentem satisfeitas com essa etapa do recrutamento, segundo pesquisa realizada pelo site Curriculum.

     

     

    Apesar de parecer um bicho de sete cabeças, a dinâmica de grupo não precisa ser tão assustadora. É possível se preparar para mandar bem nessa hora. “Essa etapa pode ser considerada uma apresentação. O objetivo é conhecer mais os candidatos e avaliar quem tem o perfil compatível com a vaga em questão

    Para atrair o recrutador e conquistar sua vaga, confira as dicas

    Se joga

    Participar. Essa é palavra de ordem. Contribua e se envolva nas atividades propostas. “Mostre quem você é, como suas habilidades podem contribuir com o desenvolvimento da empresa”. Demonstre também que você está ali porque realmente deseja conquistar a vaga.

    Não é quantidade, mas qualidade

    Seja tagarela ou tímido, não importa. O que vale nessa hora é falar com qualidade. “Não adianta tentar se expor muito ou ficar mudo, o recrutador leva em consideração se o que está sendo falado é algo relevante. Antes de dizer alguma coisa, pense se aquela informação agregará valor de alguma maneira para a dinâmica de grupo”.

    Estudando a empresa

    Mostrar que você conhece a empresa revela o tamanho do seu interesse em trabalhar lá e pode ajudar a conquistar pontos positivos na seleção. “É importante buscar informações sobre o mercado de atuação, porte e nacionalidade da companhia. Com isso, o candidato tem mais chances de se destacar positivamente na dinâmica porque, na maioria das vezes, o case a as atividades propostas têm a ver com os negócios da corporação.

    Experiências de vida

    Não é só quem tem boas experiências profissionais que se destaca na dinâmica. Quem nunca trabalhou pode falar de vivências pessoais e contar quais aprendizados teve ao passar por uma ocasião. “Fale sobre quando teve que mudar de cidade, quando teve que coordenar um grupo de estudos ou quando preparou uma festa surpresa para o seu irmão. O recrutador quer saber como você lida com algumas situações e como tira proveito delas para analisar suas habilidades comportamentais”.

    Mentira tem perna curta

    Em hipótese alguma minta no processo seletivo. Na maioria dos casos o headhunter percebe que o candidato está tentando parecer o que não é, e mesmo que a mentira passe despercebida o profissional não conseguirá mantê-la por muito tempo. “É preferível não ser contratado por não ter um perfil compatível com o da empresa do que ser contratado e ter uma trajetória curta na companhia”.

    Falando corretamente

    Gírias, palavrões e erros gramaticais podem colocar tudo a perder. Segundo Fernanda, falar de maneira rebuscada também não pega bem. “O modo como o profissional se comunica impacta na avaliação do recrutador, por isso, o objetivo do candidato deve ser passar a mensagem de maneira clara e direta.”

    Aparência conta

    Só ter atitude não vai garantir sua aprovação no processo seletivo. Roupa e acessórios também estão sendo avaliados durante a dinâmica. “Pesquise no site da empresa ou até mesmo pergunte para o recrutador como as pessoas que trabalham na empresa se vestem para ter em mente o que você vai usar no dia. No caso de piercings e tatuagens também é válido aproveitar o momento para questionar se é permitido o uso na companhia.

    Xô, concorrência

    Alguns candidatos acabam indo mal na etapa porque avaliam os demais concorrentes. E por pensarem que não são tão bons quanto outros profissionais, eles acabam não se doando integralmente. “Não ligue se o outro candidato já morou lá fora, já teve excelentes experiências profissionais ou fala quatro idiomas. Você precisa acreditar no seu potencial, mostrar suas habilidades nas atividades e concorrer de igual para igual na disputa pela vaga.”

    Tudo sob controle

    Como é normal ficar nervoso na hora da dinâmica e quase impossível disfarçar, o candidato não perde pontos apenas por demonstrar esse sentimento. No entanto, é preciso controlar a apreensão para não deixar a oportunidade escapar. “Algumas pessoas deixam o emocional falar mais forte e acabam disparando a falar, não conseguem completar o raciocínio das frases e até mesmo apresentam cacoetes como fazer caretas, piscar os olhos repetidamente ou balançar as pernas”.

     


  2. Artigos

    Profissionais de TI: Saiba como perder o seu melhor funcionário

    17 de maio de 2012 por Ação Sistemas

    Ignore o que motiva as pessoas em seus trabalhos e elas irão se demitir. Pesquisa salarial de TI fornece dados que você pode usar para cultivar seus melhores talentos

     

    Procurando Emprego

    Dois em cada cinco profissionais de TI estão procurando um novo emprego, segundo dados da pesquisa da Information Week de salário de TI realizada no início de 2012.  O que você está fazendo para manter os seus talentos longe dessa realidade?

    Os líderes de TI têm a vantagem aqui, e não apenas por causa do mercado de trabalho instável. A maioria dessas pessoas que procuram emprego de TI está apenas casualmente olhando o mercado, e baseado nos dados colhidos eles valorizam a estabilidade no emprego, portanto eles preferem ficar onde estão.  Então, se os líderes de TI entenderem um pouco deste cenário – elementos críticos de trabalho que são importantes para seus empregados, eles terão boas chances de retê-los.

    Então, vamos olhar para dois conjuntos de dados de nossa pesquisa: o que é mais importante para profissionais de TI em seus empregos, e 39% dizem estar ativos ou casualmente procurando um emprego, porque eles estão em busca de novas oportunidades. Será feito apenas fazer alguns comentários sobre por que as pessoas saem de seus empregos e o que é mais ou menos importante para eles.

    1. Por que as pessoas pedem demissão: o dinheiro, e …

    Maior remuneração é de longe a razão pelas quais as pessoas estão procurando um novo emprego (citado por 70%). Não fique em choque – a taxa cai quando se fala em compensação, e as pessoas caminham em frente. Mas metade dos funcionários e 42% dos gestores também estão à procura de um trabalho mais interessante, e pouco mais de 40% estão procurando mais a realização pessoal. Cerca de 30% querem mais responsabilidade. Mais da metade de todos os entrevistados disseram que consideram um trabalho inferior pagando mais com satisfação profissional.

    Uma das razões mais interessantes para procurar um novo emprego, citado por 41% dos funcionários e gerentes, é por não gostar da gestão da empresa ou da cultura. Esta conclusão é particularmente interessante quando se considera que a cultura está bem abaixo na lista do que é mais importante para os empregados (citado por apenas 19% dos funcionários) e a eficácia dos supervisores imediatos é muito menos importante (14%). Talvez os funcionários não necessariamente busquem por uma grande cultura ou gerente, mas quando as coisas dão errado, eles podem afastá-los.

    2. O que mais importa: salário, estabilidade, influência, e …

    Para os gestores, a prioridade é ter a sua opinião e conhecimento valorizado – alguns pontos à frente de remuneração, desafio e estabilidade. Para os funcionários, os fatores principais são salário, estabilidade, benefícios, horário de trabalho flexível, tendo seus conhecimentos valorizados, desafio e férias. Olhe para essa lista. Quantas dessas coisas o CIO tem controle completo? Valorizando o conhecimento e desafio e, em menor grau, o horário de trabalho. Coisas como remuneração, benefícios e férias fazem parte de grandes políticas corporativas, para os CIOs é preciso cultivar uma forte parceria com seus colegas de RH para manter os seus melhores elementos.

    3. O que importa muito pouco: tecnologia de ponta, as promoções, cultura …

    Potencial para a promoção é citado por apenas 18% dos funcionários e gerentes. Como mencionado anteriormente, a cultura da empresa não é muito importante (19% do pessoal). Meu palpite é que os trabalhadores não se preocupam com a “cultura” – uma cultura de valorização das pessoas só tem importância se ela resulta em um bom salário e benefícios e horários de trabalho flexíveis. Mas em termos de ações que os CIOs podem tomar, olhe para dois outros pontos que tem baixas taxas de importância.

    O primeiro é que nem os funcionários nem os gestores estão preocupados se o seu trabalho é importante para a empresa. Isso é interessante: os profissionais de TI acham muito importante que a sua opinião e conhecimento sejam valorizados, mas eles não estão muito preocupados com o seu trabalho sendo importante para o sucesso da empresa. Para os funcionários de TI, o percentual que citou cada um desses fatores tão importantes é:

    Minha opinião e conhecimento são valorizadas?: 40%

    Meu trabalho (emprego) é importante para o sucesso da empresa?: 22%

    Isso não significa necessariamente que os profissionais de TI não se preocupam em contribuir para o sucesso da empresa. É que a contribuição só tem importância se eles são reconhecidos por esse esforço. É a necessidade da expertise dos CIOs de reconhecer um bom trabalho.

    O segundo ponto é que trabalhar com tecnologia de ponta e com a criação de soluções inovadoras de TI estão classificados com baixa taxa de interesse dos trabalhadores – cada um com apenas 21%.

    Esta descoberta não significa que os líderes de TI não precisam se preocupar em manter as pessoas em projetos novos. Para um segmento saudável de profissionais de tecnologia, “o novo” é a sua droga, e se você privá-los, eles vão encontrá-lo em algum lugar. Nós tendemos a pensar o “maior e mais recente” como parte do DNA do profissional de TI – os dados sugerem que não é isso. Assim, os CIOs não podem presumir que a maioria dos profissionais de TI que se aproximar de um projeto novo vai dar piruetas de felicidade pela chance. Os CIOs precisam selecionar com cuidado.

     

    Fonte: Information Week

     

     


  3. Notícias

    MIGRAÇÃO PARA O CONECTIVIDADE SOCIAL ICP – EMPREGADORES TEM ATÉ 30 DE JUNHO/12

    16 de maio de 2012 por Ação Sistemas

    Fonte: Conectividade Social ICP – 11/05/2012 – Adaptado pelo Guia Trabalhista

    As empresas Brasileiras devem migrar para a nova versão do canal até 30 de junho. Essa evolução vem para substituir o antigo programa CNS e o acesso “Conexão Segura”, agilizando e facilitando a comunicação com o Portal.

    Instituído em dezembro do ano passado por meio da Circular CAIXA 566/2011, o novo prazo de migração para o Conectividade Social ICP deu aos empregadores brasileiros mais seis meses de adaptação ao portal. Isso beneficiou um grande número de usuários que ainda utilizavam o sistema antigo. Dia 30 de junho, esse prazo chega ao fim. Faltando menos de dois meses para a migração total, quase um milhão e meio de empresas já estão aproveitando essa modernização que iniciou suas operações em maio de 2011.

    O encerramento do prazo em 30 de junho marca a desativação do antigo programa CNS e do acesso “Conexão Segura”. A partir daí, toda a comunicação com o FGTS e com a Previdência Social será pelo novo canal (conectividade.caixa.gov.br), mediante o uso de Certificado Digital no padrão ICP-Brasil, exceto para os entes alcançados pela Resolução CGSN 94/2011.

    A Resolução CGSN 94/2011, que, dentre outros dispositivos, estabelece a não obrigatoriedade no uso do Certificado Digital ICP para as operações relativas ao recolhimento do FGTS, ao MEI, ME ou EPP, com até 10 empregados, OPTANTE pelo Simples Nacional, a CAIXA avaliou alternativas para atender às necessidades específicas dessas empresas e empregadores.

    Além da Certificação Digital no Padrão ICP-Brasil, utilizada para acesso ao canal Conectividade Social ICP, desenvolvido em plataforma web única, que não requer instalação ou atualização de versões e apresenta, em melhor grau, garantia de não repúdio, integridade, autenticidade, validade jurídica e comodidade fica disponibilizada, somente para o MEI, ME e EPP, com até 10 empregados, OPTANTE pelo Simples, a emissão e utilização de Certificados Digitais no padrão proprietário CAIXA – AR, que confere o acesso ao Conectividade Social AR.

    Para maiores orientações quanto à respectiva emissão, entrar em contato com qualquer agência da CAIXA.

    As empresas e os contadores que já possuem a certificação não precisam obter um novo documento, pois essa tecnologia é universal e pode ser utilizada em inúmeros sites e aplicações. Para quem ainda não se adaptou à mudança, a orientação da CAIXA e do site Conectividade ICP é providenciar o quanto antes a certificação e se habituar ao uso do novo portal.

    Isso evita problemas e dores de cabeça, beneficiando o titular com o uso do documento e com as facilidades da nova versão do canal.

     


  4. Entrevistas

    Entrevista: Consultoria na implantação de um Sistema de RH

    2 de maio de 2012 por Ação Sistemas

    A implantação de um sistema de rh é uma tarefa complexa para todas as organizações, independente do seu porte. Neste processo é importante definir uma metodologia e os principais envolvidos para garantir o sucesso de cada etapa.

    O Blog InformAção traz uma entrevista com a Consultora  da Ação Sistemas, Elizete Fraga de Souza, falando da importância da consultoria no processo como um todo.

     

    Elizete Fraga - Consultora da Ação Sistemas

    Informação: Qual é o papel do consultor na implantação de um sistema de rh?

    Elizete: Um conceito do papel de consultor é auxiliar, apoiar e orientar  o trabalho de  implantação  de um sistema em uma organização.  Um profissional com vasta experiência na  estruturação de soluções voltadas para a sustentabilidade dos negócios do cliente pode ser  sinônimo de sucesso na implantação de um sistema.

    Informação: O processo de implantação do sistema em empresas de médio e grande porte  é bem complexo. Diante disso, qual é a importância de uma consultoria nessa etapa?

    Elizete: A  consultoria é uma prestação de serviço realizada por uma pessoa ou por uma equipe  capacitada e independente à organização, que exerce uma influência positiva no sentido de  produzir mudanças. Nas empresas  de médio e grande porte a consultoria pode auxiliar o gestor  na decisão pela implementação mais adequada ao modelo de gestão da organização, de acordo  com as funcionalidades da solução que será implantada.

    Informação: Quais são as fases que compõem a implantação de um sistema?

    Elizete: O processo de informatização de uma empresa não se limita a simples aquisição de um software.  Dessa forma é importante a utilização de uma  metodologia fundamentada em princípios e técnicas de implantação de sistemas para garantir o  alcance dos resultados desejados no menor tempo possível.  A metodologia de gerenciamento do projeto está dividida em duas fases básicas: Fase de Planejamento Detalhado da Implantação e Fase de Execução/Gerenciamento do Projeto.  Cada fase da metodologia está sub-dividida em conjunto de processos (atividades), integrados entre si, possibilitando a gestão completa do projeto.

    Informação: Qual a participação da consultoria na metodologia da implantação?

    Elizete: A utilização de uma metodologia é garantir o sucesso na implantação e obter o menor tempo na execução desta tarefa. A consultoria tem o papel de divulgar e aplicar a metodologia adequada, tornando a  implantação menos traumática, entendendo-se que “implantação de sistema” é uma readaptação dos hábitos e afeta a empresa como um todo, principalmente quando já existe outro sistema em uso.

    Informação: Quem são os envolvidos na etapa da implantação?

    Elizete: A administração deste processo de alta complexidade deve ser orientada no sentido de que a organização assimile o máximo de conhecimentos possíveis, de forma gradual, visando suavizar os impactos com a adoção da nova forma de gestão. Isto significa que a equipe  designada para a condução do trabalho seja composta por profissionais com ampla experiência na administração de projetos, com conhecimentos profundos da situação atual, que definam com clareza os objetivos e metas a serem atingidos, e, sobretudo,   formem uma equipe coesa, imbuída de um espírito de equipe comum forte, procurando otimizar os recursos envolvidos e atingir os objetivos previamente definidos em níveis de qualidade aceitáveis pela organização nos prazos previstos. Além desses fatores, a alta direção deve estar comprometida e envolvida na implantação, indicando prioridades estratégicas e vinculando controles e incentivos para os participantes do projeto, visando à obtenção de seu sucesso pleno.

    Informação: Quais as vantagens mais valiosas de se obter uma consultoria interna ou externa nesta etapa?

    Elizete: Uma vantagem valiosa é  apoiar no sentido da obtenção do alinhamento entre as necessidades da empresa e as funcionalidades oferecidas pelo sistema que será implantado. O sucesso desta etapa se obtém definindo responsáveis, auxiliando nas definições das parametrizações, acompanhando o cronograma e, principalmente, seguindo a metodologia de implementação.

    Informação: A consultoria pode ser fator decisivo no êxito da implantação de um sistema?

    Elizete: Vários  fatores são importantes na implantação de um sistema.  A combinação do uso de uma metodologia de implementação, consultoria capacitada, relacionamento e comprometimento existente entre fornecedor e usuários, são fatores do sucesso de um projeto. A implementação de um sistema exige muito de toda a organização, mas um dos grandes diferenciais para obter sucesso é que o projeto tenha um plano definido com começo, meio e fim.

     


  5. Sem categoria

    Portaria nº 247 do MTE que altera a Norma Regulamentadora nº 05 da CIPA

    12 de abril de 2012 por Ação Sistemas

    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

    SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO

    PORTARIA N.º 247 DE 12 DE JULHO DE 2011

    (D.O.U. de 13/07/2011 – Seção 1 – pág. 82)

    Altera a Norma Regulamentadora n.º 05.

     

     

    A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no uso das atribuições conferidas

    pelo Art. 14, inciso II, do Anexo I do Decreto n.º 5.063, de 3 de maio de 2004, e em face do disposto nos

    Art. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto n.º 5.452, de 1º de

    maio de 1943 e no Art. 2º da Portaria MTb n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, resolve:

    Art. 1º A Norma Regulamentadora n.º 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes -

    CIPA, passa a vigorar com as seguintes alterações:

    “………………………………………………….

    5.14 A documentação referente ao processo eleitoral da CIPA, incluindo as atas de eleição e de posse e o

    calendário anual das reuniões ordinárias, deve ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do

    Ministério do Trabalho e Emprego.

     

    5.14.1 A documentação indicada no item 5.14 deve ser encaminhada ao Sindicato dos Trabalhadores da

    categoria, quando solicitada.

     

    5.14.2 O empregador deve fornecer cópias das atas de eleição e posse aos membros titulares e suplentes

    da CIPA, mediante recibo.

     

    5.15 A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido, bem como não poderá ser desativada

    pelo empregador, antes do término do mandato de seus membros, ainda que haja redução do número de

    empregados da empresa, exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento.

    …………………………………………………….

    5.26 As atas devem ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e

    Emprego.

    ……………………………………………………..

    5.31 A vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, será suprida por suplente, obedecida a

    ordem de colocação decrescente que consta na ata de eleição, devendo os motivos ser registrados em ata

    de reunião.

    ……………………………………………………..

    5.31.3 Caso não existam suplentes para ocupar o cargo vago, o empregador deve realizar eleição

    extraordinária, cumprindo todas as exigências estabelecidas para o processo eleitoral, exceto quanto aos

    prazos, que devem ser reduzidos pela metade.

    5.31.3.1 O mandato do membro eleito em processo eleitoral extraordinário deve ser compatibilizado com

    o mandato dos demais membros da Comissão.

    5.31.3.2 O treinamento de membro eleito em processo extraordinário deve ser realizado no prazo máximo

    de trinta dias, contados a partir da data da posse.

    ……………………………………………………”

    Art. 2º Revogar os itens 5.4 e 5.52 da Norma Regulamentadora n.º 5.

    Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

    VERA LÚCIA RIBEIRO DE ALBUQUERQUE

     

     


  6. Artigos

    Qualidade que agrega valor

    2 de abril de 2012 por Ação Sistemas

    Por Andrea Caleffi Ostermayer

    Atualmente ouve-se falar em qualidade em diversas áreas de negócio.  A busca por uma certificação de qualidade atende a diferentes objetivos nas organizações. Entre eles destaca-se a redução de custo, a eficiência do processo, o diferencial competitivo e a necessidade de atender a exigência de um cliente na condição de fornecedor.

    Tenho observado que o verdadeiro benefício de um programa de qualidade é obtido quando o foco é agregar valor ao processo e quando esta opção é voluntária.

    Comento quatro itens que, na minha opinião, são fundamentais no alcance da qualidade que agrega valor à organização:

    1. Política organizacional bem definida

    A política organizacional precisa ser clara e bem definida, mas principalmente precisa estar institucionalizada, ou seja, ser do conhecimento de todos os envolvidos. Durante a implantação do programa de qualidade a política será “posta à prova” muitas vezes e, por isso, quanto mais consistente e detalhada melhor.

    2. “Sponsor” comprometido

    O “sponsor” que, além de prover recursos, participa da implantação do programa de qualidade, moldando os processos em harmonia com a política organizacional contribui efetivamente no alcance dos benefícios da qualidade.

    3. Equipe motivada

    É comum a resistência em relação a mudanças, mas quando conseguimos demonstrar algum facilitador das tarefas diárias a equipe naturalmente se sente motivada com as inovações. Como exemplo, posso citar a simplificação das tomadas de decisão uma vez que os fluxos de atividades e os responsáveis são claramente definidos pelo programa de qualidade. A equipe deve ser envolvida na definição do processo, mas principalmente deve ser motivada a retornar com as dificuldades vivenciadas e a sugerir as melhorias. Na minha experiência, as quase totalidades das melhorias sugeridas são evoluções que enriquecem e facilitam o processo.

    4. Baixo custo operacional

    A adequação do processo da organização às práticas sugeridas pelo modelo selecionado deve considerar o custo operacional em contrapartida ao beneficio. Deve-se buscar não onerar simplesmente o processo para cumprir as práticas do modelo, pois é tendência deixar de lado o que é complicado principalmente nos momentos de dificuldade ou de grande acúmulo de trabalho. É preferível onerar a implantação do programa de qualidade, buscando atender o modelo, criando ou melhorando praticas com a “cara” da organização e respeitando sua política de trabalho, objetivando sempre facilitar a execução das tarefas no dia a dia.

    Como exemplo de qualidade por opção, apresento a Ação Sistemas de Informática, empresa gaúcha especializada em soluções avançadas no gerenciamento de recursos humanos, avaliada oficialmente no nível 3 de maturidade do CMMI (Capability Maturity Model Integration) pelo SEI/CMU (Software Engineering Institute – Carnegie Mellon University).

    Destaco um dos pontos fortes registrados na avaliação CMMI ML3 da Ação Sistemas que confirma os itens comentados acima: “Institucionalização completa dos processos, devido à visão estratégica bem definida, clara e coerente em ações/artefatos/processos avaliados; à definição e ao uso do sistema interno de atendimento como grande facilitador no “dia-a-dia”; à definição e ao uso dos fluxos para os papéis, refletindo-se em percepções reais sobre melhorias/benefícios observados (checklists de teste, tomada de decisões, riscos, etc.)”.

    Na Ação Sistemas o programa de qualidade agregou valor, pois resultou em melhores fluxos de processo com consequente redução de custo e aumento da eficiência da equipe. Para o cliente estes benefícios são percebidos na estabilidade do produto entregue e no cumprimento do prazo e do esforço acordados.

    Embora a implantação de um programa de qualidade que agrega valor possa parecer complexa e trabalhosa, seguramente o resultado compensa o investimento.

    *Andrea Caleffi Ostermayer é Consultora de Qualidade na Ação Sistemas.


  7. Notícias

    TST admite supressão de plano de saúde para trabalhador afastado

    29 de março de 2012 por Ação Sistemas

    Em importante decisão, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu de      maneira unânime que acordo coletivo pode prever a suspensão de plano de saúde   quando o funcionário está afastado do serviço recebendo auxílio-doença.

    A referida decisão reformou o entendimento assumido pelo Tribunal Regional do  Trabalho da 5ª Região (Bahia), de acordo com o qual a norma coletiva que previa a  supressão do plano de saúde era inválida, pois o beneficio integra o contrato de  trabalho e não pode ser eliminado pelo empregador, principalmente no momento  em que o trabalhador está doente e mais necessita de assistência médica.

    Entretanto, o entendimento do TST foi no sentido de que devem ser reconhecidas as  convenções e acordos coletivos, conforme expressamente prevê o artigo 7º, inciso XXVI, da Constituição Federal. Ainda, afirmou, que não existe lei que obrigue o empregador a instituir ou manter plano de saúde para os trabalhadores. Assim, a estipulação ou a suspensão do benefício, pela negociação coletiva, deve ser respeitada.

    Fonte: Xavier Advogados

     


  8. Entrevistas

    Treinamento e desenvolvimento em pauta

    27 de março de 2012 por Ação Sistemas

    O Blog InformAção traz uma entrevista  com o Gerente de Treinamento da Ação Sistemas, Luiz Pasini.

    Luiz Pasini, Gerente de Treinamentos da Ação Sistemas

    O treinamento e desenvolvimento são agora considerados ferramentas importantes na Gestão de Recursos Humanos. Nos dias de hoje, muitas empresas já entendem que independente do talento pessoal de cada funcionário, é a partir de um programa de treinamento bem planejado e adequado às suas necessidades, que eles poderão adquirir e implementar suas capacidades para executar as atividades com maior eficiência, atingindo assim seu pleno potencial e consequentemente maiores níveis de produtividade e satisfação.

    InformAção: Por que as empresas devem investir em Treinamento e Desenvolvimento?

    Pasini: As Organizações devem investir em treinamento e desenvolvimento para se tornarem competitivas no mercado. É Investindo e treinando seus funcionários  que a empresa  irá torná-los mais efetivos e motivados. Quando os colaboradores de uma empresa  estão devidamente preparados tecnicamente e comportamentalmente irão produzir mais e com mais qualidade. Com o conhecimento obtido nos treinamentos a tendência é cometer menos erros e ter mais produtividade. O colaborador terá mais segurança nas atividades que está executando e com isso trará muitos benefícios a organização.

    InformAção: Os investimentos na área comportamental são tão importantes quanto os destinados à área técnica?

    Pasini: Sem dúvida, com o investimento na área comportamental a empresa estará estimulando pessoas a desenvolver suas habilidades específicas.  A organização estará investindo na profissionalização da empresa. No decorrer dos dias serão notadas as mudanças nas atitudes dos colaboradores, na redução de gastos, na comunicação, organização e respeito.  Investir na área comportamental dos colaboradores é de extremo valor para a organização, estimula a avaliação das habilidades e competências dos colaboradores.

    InformAção: Quais são as etapas do processo de treinamento e desenvolvimento?

    Pasini: A primeira etapa é de levantamento das necessidades, onde a organização deverá realizar o Diagnóstico Necessidade de Treinamento (DNT ou LNT). O que poderá ser levantado também a partir de uma avaliação de desempenho. Logo após o levantamento inicia-se o treinamento propriamente dito.

    InformAção: Quais são os critérios utilizados para avaliação do treinamento?

    Pasini: Deverá ser aplicado uma avaliação de eficácia (avaliação de reação) logo após o treinamento. Onde o treinando deverá responder algumas questões. Para conseguir medir o que o treinando conseguiu reter sobre o assunto abordado no treinamento. Para avaliar o  aprendizado somente com acompanhamento no dia a dia  de trabalho e desempenho do funcionário.

    InformAção: Na prática como as empresas podem mensurar o retorno do investimento?

    Pasini: Não se pode mensurar os resultados do investimento em treinamento. Mas se pode mensurar o benefício que trará para sua empresa com um funcionário qualificado.

    InformAção: Quais são os principais fatores que inibem as empresas a investirem em Treinamento e desenvolvimento?

    Pasini: Um dos principais fatores é a falta de dinheiro para o investimento. Um outro fator relevante é as empresas acharem que é um  investimento desnecessário que isto se resolve com um treinamento interno feito por um funcionário que tem um pouco mais de conhecimento no assunto.

    InformAção: Por que na época da revolução industrial  treinamento e desenvolvimento eram mais valorizados pelas empresas?

    Pasini: Nesta época os treinamentos eram mais específicos em áreas Técnicas. Hoje os treinamentos em áreas comportamentais são mais abrangentes.

    InformAção: Como você vê a gestão de pessoas no cenário atual? Quais são as tendências práticas das empresas?

    Pasini: A gestão de pessoas tem sido responsável pelo bom resultado de empresas bem sucedidas. Tendência de empresas mais bem preparadas e organizadas estrategicamente. Empresas investindo mais no capital humano.

    InformAção: Qual é o maior desafio das áreas de recursos humanos diante deste cenário?

    Pasini: Devido a complexidade dos negócios o maior desafio é o desenvolvimento de profissionais com perfil de liderança que estão cada vez mais escassos no mercado.

     


  9. Notícias

    Migração de plataforma Oracle para DB2

    por Ação Sistemas

    Nos dias 12 e 13 de março de 2012, a Ação Sistemas recebeu a visita da IBM, representada pelos senhores Olaf Mueller (IBM Canadá), responsável pelo grupo desenvolvimento mundial de ferramentas de migração de banco Oracle para DB2, e Jean Cristie Pacanaro (IBM Brasil), consultor sênior para projetos de migração Oracle para DB2 no Brasil. O encontro teve como pauta o projeto de migração da plataforma Oracle para DB2, uma iniciativa da IBM em escala mundial.

    Durante os dois dias de trabalho, foram avaliadas as características de desenvolvimento, adotadas pela Ação Sistemas, relacionadas com os programas armazenados em banco de dados (gatilhos de banco e pacotes de programas), bem como o modelo de dados do UNIVERSALRH. Por conta do padrão de desenvolvimento adotado pela Ação Sistemas, aliado ao controle de qualidade do processo de desenvolvimento de software exigido pela certificação CMMi Nível 3, o  UNIVERSALRH obteve um percentual de compatibilidade de 99,3% com o DB2, conforme apontado pelo relatório de avaliação da própria IBM. Entretanto, a IBM e a Ação Sistemas estão trabalhando sobre os 0,7% de artefatos que não têm portabilidade direta para DB2.

    Nesse sentido, o grupo de migração da IBM está apoiando a equipe técnica da Ação Sistemas a encontrar soluções que sejam compatíveis não só com os dois bancos de dados, mas, principalmente, com o processo de desenvolvimento criado e controlado pelo Modelo de Qualidade Ação (MQA).

    O objetivo dessa força tarefa é permitir que o UNIVERSALRH  também possa ser implantando em empresas que têm o banco de dados DB2 como pilar de armazenamento de dados corporativo.

    Jean Cristie Pacanaro (IBM Brasil) , Anderson Bestteti (Ação Sistemas), Olaf Mueller (IBM Canadá) e Samir Issa (Ação Informática).

     


  10. Notícias

    INSS vem multando empresas que não seguem as formalidades legais

    26 de março de 2012 por Ação Sistemas

    Os fiscais da Previdência encontraram um novo filão para aumentar a arrecadação do Instituto: tributar os pagamentos de participações dos trabalhadores nos resultados das empresas, mesmos que estas sigam as normas da Lei 10.101/2000.

    A rigidez dos fiscais tem muito da pressão das metas de arrecadação, mas também contém componentes de intimidação sobre as empresas, especialmente quando pequenos detalhes não são observados.

    Um dos detalhes que vem pesando é o de participação em valores fixos, sem metas determinadas. Ora, o propósito da Lei 10.101 é este: estimular a participação, sem que esta seja “automática”. Em resumo: os trabalhadores fazem jus ao resultado? Por quê?

    Como meta, podemos citar: faturamento, qualidade, número de erros, redução de custos, etc. – valores objetivos. Se os trabalhadores atingem tal meta, fazem-se (pelo acordo) merecedores da participação.

    Se o acordo não fixa critérios objetivos, então se pressupõe que a participação decorre de metas já atingidas. Mas não é assim que os fiscais analisam: está fora do espírito da lei, é salário, e deve ser tributado!

    Obviamente que esta minúcia não descaracteriza a participação – a falta de fixação de metas não quer dizer que elas não existam, mas apenas que não foram definidas, expressamente, no acordo, seja porque tais metas já foram atingidas ou porque houve um conjunto de fatores que permitiram a negociação dos resultados, pressuposto básico do acordo.

    Aí que reside o maior problema: participações “automáticas”, decorrentes de acordos entre Sindicatos laborais e patronais. O ideal é que cada empresa componha seu acordo, com a participação do Sindicato laboral. A falta de acordo específico, na forma do artigo 2º da Lei 10.101/2000, põe em dúvida, de fato, se tal participação é mero ajuste de remuneração ou se decorre de compromisso recíproco entre as partes.

    Em resumo:

    1. Observado a Lei 10.101/2000, especificamente quanto à existência de acordo (escrito) entre empresa e seus funcionários, não se pode tratar a verba paga como salário, ainda que não sejam fixadas metas objetivas.
    2. Ausente o acordo específico, pressupõe-se que a distribuição é remuneração, sujeita aos encargos sociais e reflexos trabalhistas (INSS, SAT, FGTS, 13º salário, férias, etc).

    Por: Júlio César Zanluca (Guia Trabalhista)

     

     

     


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